Andradina

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Andradina - Borborema




Memorial

Andradina
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Borborema

Prefeitura Municipal de Andradina

Rua Orensy Rodrigues da Silva, 341
CEP: 16901-900
Fone: (18) 33702-1000
Email: imprensa@andradina.sp.gov.br
Site: www.andradina.sp.gov.br

 

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
A origem de Andradina foi idealizada em 1932, pelo fazendeiro Antônio Joaquim de Moura Andrade, maior criador de gado do Brasil que tinha a alcunha de Rei do Gado. O senhor Moura Andrade conseguiu que se construísse um novo ramal ferroviário, a Variante, entre as estações de Araçatuba e Três Lagoas, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Às margens da Variante, foram criados vários povoados, que hoje são cidades. O traçado antigo da linha da NOB, linha que chegou ao Rio Paraná em 1910, que ficou conhecido depois como Ramal Araçatuba – Lussanvira (atual Pereira Barreto), por ter sido construído muito próximo ao Rio Tietê, estava muito sujeito à malária e ficava longe das terras mais altas, as mais adequadas para o plantio de café, o qual era transportado por ferrovias para o porto de Santos. A Variante passaria na Fazenda Guanabara, propriedade do Rei do Gado, seguindo em direção ao Mato Grosso do Sul. Seu desejo pela urbanização era tanto que ele, Antônio de Moura Andrade, encomendou ao engenheiro Benelow & Benelow, a elaboração de um projeto para a urbanização da futura povoação.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Devidamente planejada, o povoado surgiu em 11 de julho de 1937, em terras da Fazenda Guanabara de propriedade de Moura Andrade. Nesta data chegou o primeiro trem de ferro da variante da Estrada de Ferro NOB, à nova povoação. O fazendeiro Moura Andrade, loteou em pequenos sítios, parte da Fazenda Guanabara, para os pioneiros recém-chegados, ao todo eram 6000 famílias sem exigir fiador ou entrada em dinheiro. Moura Andrade instalou luz elétrica movida a motor diesel. Quase todos  os comércios da nova povoação pertencia a ele no início, inclusive um Banco. Atraiu muitos comerciantes para a nova povoação vendendo a preços baixos os lotes urbanos. Com bom marketing, Moura Andrade atraiu muitos compradores para os sítios. Exemplo deste marketing, foi se colocar quatro enormes toras de madeira em frente à estação de trem da NOB, junto às quais, colocou um grande cartaz com a seguinte frase: “Esta é a prova da fertilidade das terras de Andradina”. Em homenagem à seu fundador, a povoação passou a ser conhecida, desde então, como a “TERRA DO REI DO GADO”.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 10 de novembro de 1937, através do Decreto Lei Estadual nº 3126, cinco meses após ter sido formado o povoado,  Andradina foi elevada  à categoria de Distrito de Paz, pertencente ao município de Valparaiso.

A CHEGADA DA ESTRADA DE FERRO NOB
Quando a primeira locomotiva chegou a Andradina em 1937, foi motivo de grande regozijo entre os desbravadores e muitos fizeram questão de fixar em fotografias aquele acontecimento para a história. Único meio de fácil transporte que viria garantir o escoamento da produção para os grandes centros consumidores, abrindo condições reais de enriquecimento para o município que surgia em plena segunda guerra mundial, com a volúpia da verdadeira Canaã daqueles tempos, atraindo famílias de todos os recantos do estado e do país. Andradina, pela exuberância de riqueza em madeira de lei de suas matas, pode-se dizer, que já nasceu rica. Com os resultados advindos da exploração dessa fonte de riqueza extraída nas derrubadas, passara do desbravamento das matas ao custeio do cultivo da terra, especialmente na produção de arroz e algodão. Para realçar a importância da Estrada de Ferro naquela época aos olhos das gerações de hoje, habituadas às facilidades do asfalto, basta dizer que um caminhão, pelas estradas que eram verdadeiros picadões carroçáveis, gastava-se de Andradina a Araçatuba, de 10 a 12 horas de viagem, quando conseguia vencer os lamaçais. As locomotivas de então, não se assemelhavam em nada as nossas de hoje. Eram as famosas Maria Fumaça, tocadas à lenha, resfolegando e soltando fagulhas nas matas e nos capinzais ao longo da estrada durante as longas estiagens. Mas apesar de tão primitivas, elas foram o conforto, a alegria e a estrada longa, por onde a civilização rasgou os sertões primitivos plantando cidades dilatando o progresso, encurtando distâncias e multiplicando riquezas da Pátria comum.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de dezembro de 1938, através do Decreto Lei Estadual nº 9775, Andradina ganhou autonomia administrativa, sendo elevada a categoria de Município, pelo Interventor Federal no Estado de São Paulo, Ademar de Barros, quando então foi desmembrada do município de Valparaiso. A sede da prefeitura foi instalada no Grupo Escolar, Dr. Álvaro Guião. O nome do Grupo Escolar era uma homenagem ao Secretário de Estado da Educação, do Interventor do Estado Adhemar Pereira de Barros. A posse do primeiro prefeito, Evandro Brembatti  Calvoso,  ocorreu em 10 de janeiro de 1939, e neste mesmo ano, Andradina recebeu a visita do interventor do Estado Adhemar de Barros. O município de Andradina foi desmembrado várias vezes, perdendo parte de seu território para a formação dos novos municípios de: Guaraçaí, Algodoal, Castilho e de Nova Independência. Andradina perdeu ainda parte de suas  terras, em 1944, para a formação do distrito de Gracianópolis, pertencente à Lucélia, e também para o município de Mirandópolis.

MORADORA ILUSTRE
Nas décadas de 1940 e 1950, viveu em Andradina a imortal POETIZA CORA CORALINA, quando escreveu o célebre “Poema do Milho”.

ORIGEM DO NOME
Para a construção da Estação Ferroviária da N.O.B., os engenheiros valeram-se muito do apoio obtido da Fazenda Guanabara. Em sinal de gratidão, sugeriram que a cidade que estava nascendo levasse o nome de ANDRADAS, nome não aceito, porque já havia em Minas Gerais uma cidade com aquele nome. Foi o Presidente Getúlio Vargas quem falou:- ANDRADINA, deve ser o nome da cidade. Então, José Pardo, administrador da Fazenda pregou uma tábua com o nome Andradina numa perobeira, numa altura de mais ou menos 3 metros, tudo isso a mando de Moura Andrade. O local? Cruzamento da Rua Paraíba com a Rua Sebastião Lourenço da Silva, logo acima dos trilhos, à direita, no sentido centro/bairro.

CONSTRUÇÃO DA IGREJA MATRIZ
A cidade de Andradina, como capela, pertenceu primeira à paróquia de Penápolis e, mais tarde, à de Bento de Abreu. A cidade foi elevada à paróquia por Don Henrique César Fernandes Mourão, Bispo da diocese de Cafelândia, aos 20 de setembro de 1939. O primeiro vigário foi o Padre Gaspar Cortêz, empossado em 20/09/1939. O segundo foi Padre Rodolfo Shebest, empossado em 10/08/1940. No dia 17 de março de 1941, o Padre Rodolfo conseguiu iniciar a construção da igrejinha provisória. O terceiro vigário foi o Padre Julio Savietto, empossado em 20/09/1943. O quarto foi o Padre José Leite Alves, isso em 1947. No dia 06/05/1947, foram iniciadas as obras de construção da nova Igreja Matriz, com a escavação da base da torre. Um dos fatos ligados à história religiosa da cidade é a colocação da torre metálica, instalada por Líbero Passador, Alcindo Marcelino Martins, Orlando Ferreira e Alaor  Bertolino, em 1957. O pároco naquela época era o Padre Luiz Camargo Crescente. São muitas as cidades que mantém a tradição de possuir sinos nas igrejas. Em Andradina, há também sinos e relógio. Décadas atrás, os sinos estavam instalados ao lado da igreja e o sacristão fazia-os repicar anunciando a missa, puxando uma corda. Com a construção da paróquia, os sinos foram para a torre e, por algum tempo foram acionados. Não se ouve mais o seu repicar. O relógio existe, mas nunca foi sonoro. Mas, a matriz tem história. O porquê da escolha de São Sebastião como padroeiro. No começo de Andradina, grassava a febre aftosa no gado. No cocho, onde os animais lambiam o sal, era depositada a creolina, para desinfetar a boca das rezes. Outro procedimento era cortar parte dos cascos afetados. Foi ao, então, que o prefeito Evandro Calvoso, nascido aos 20 de janeiro, dia de São Sebastião, sugeriu ao Andrade que o santo, tido como o que combatia as pestes, fosse escolhido como padroeiro. A sugestão foi aceita e, foi trazida então, da Bahia, a imagem do santo, que hoje se encontra no Museu Histórico da cidade. Outro fato. Inicialmente a matriz era para ser construída onde está a Santa Casa, por ser, aquele ponto, considerado o mais elevado da cidade. Porém levantamento topográfico demonstrou ser mais alto onde a igreja foi edificada e, é ao lado dela, vista de frente à direita, que se encontra o Cruzeiro da primeira missa, celebrada no dia 11 de Julho de 1937.

FUNDADOR - ANTÔNIO JOAQUIM DE ANDRADE
Nasceu no dia 02 de dezembro de 1889, no lugar chamado Espraiada do Varjão, pertencendo ao município de Brotas. Os pais eram sitiantes. O pouco estudo que tinha deve-se ao bisavô. O pai, quando o menino tinha 9 anos, empregou-o numa venda de beira de estrada. O armazém era de um sírio, senhor Buchala, seu amigo. Apenas um pedido foi feito ao comerciante. Que o filho estudasse, que aprendesse bem a ler e escrever. Estudou até o terceiro ano. A mulher do comerciante Buclhala, que havia recém chegado da Síria, não demorou muito tempo, tornou-se amiga do rapazinho e ensinou-lhe árabe de alto nível e contabilidade. Em contra partida, aprendeu a língua portuguesa. A esposa de Buchala, culta que era, teve uma influência marcante no destino do garoto. Já mocinho, destacava-se na escrita e na contabilidade e, deixando o boteco, passou a ser guarda-livros dos comerciantes e fazendeiros da região de Brotas. Passou também, a ser caixeiro viajante da colônia sírio libanesa, pois falava, escrevia e tomava apontamentos em árabe.
Em 1910, aos 21 anos de idade, casa-se com Guiomar, Dona Zizi, filha de um administrador de fazenda e passa a morar em Brotas. Talentoso e aplicado em seu trabalho, cresce profissionalmente e muda a residência para a cidade de Barretos. Em 1913, associou-se a Seraphim Colletes, sitiante, e a Guilherme Moura, telegrafista da estrada de ferro, em Taiuva, constituindo a firma Colletes, Moura, Andrade & Cia, com o comércio de cereais, beneficio de arroz e café. Um ano após, em 1914, com o advento da primeira guerra mundial, a firma ficou reduzida a Moura, Andrade & Cia. Na cidade de Taiuva, Andrade já possuía uma fazenda e com o comércio de cereais conheceu, anos mais tarde, Evandro Brembatti Calvoso, também dedicando-se ao comércio de cereais, além de ser o Vice Prefeito da cidade. Andrade tornou-se amigo e admirador de Calvoso pelo seu dinamismo e tino administrativo. Em 1918, inicia a derrubada da mata, confiando a chefia da empreitada ao seu tio Francisco Theodoro de Andrade, que logo estabeleceu a Fazenda Guanabara. Necessário se fazia partilhar essa riqueza passando então a implantar uma cidade. Em 1927, retira-se da sociedade o senhor Guilherme Moura, embora só tivesse formalizado sua retirada em 1937. Em 1931 é admitido como sócio seu irmão caçula Octávio Andrade, que era advogado. Após a crise que abateu o mundo em 1929, e quando os negócios se normalizaram já em 1935, os irmãos Andrade, Antônio Joaquim e Octávio, então únicos sócios da firma Moura, Andrade & Cia, passaram a assinar e a conservar o nome MOURA, numa grande homenagem ao amigo Guilherme Moura.
Em fins de 1936, levou Evandro Calvoso para abrir a vila de Andradina. Foi contratado pelo Andrade. Em 11 de Julho de 1937 foi realizada a primeira missa. Essa data passou a ser como a da fundação da cidade. O comércio de cereais demandava a abertura de novos entrepostos. Foi a vez, então, da abertura de uma filial na cidade do Rio de Janeiro, na baia de Guanabara: - Andrade impressionou-se tanto com a beleza do lugar, que o nome Guanabara acompanhou o empresário em suas novas conquistas. Quando da criação da cidade, deu ao Hotel por ele construído para poder alojar visitantes e convidados, o nome de Guanabara, o mesmo acontecendo com a Avenida e com a Fazenda. Em 25 de Julho de 1940, os dois irmãos, realizam a criação de outra cidade, não menos vibrante, onde os brasileiros pudessem restaurar as energias gastas nos combates da vida:- A Estância de Águas de São Pedro. Assim os dois Andrade iniciaram juntos estes dois empreendimentos, cuidando cada um de um setor. A Antônio Joaquim coube zelar por Andradina. A Octávio tocou Águas de São Pedro.  Alguns anos mais tarde, junto com Túlio Garcia e Etalivio Pereira Martins, adquiriu algumas glebas as margens do Rio Paraná, lugar onde mais tarde denominou de Fazenda Primavera. Por volta de 1948 adquiriu a Fazenda Baile.
Partindo então da barranca do Rio Paraná, local onde denominou Porto Primavera, lançou mão de modernos recursos e ligou suas duas fazendas, Primavera e Baile, com uma estrada de 50 km aberta em plena mata, utilizando-se de grandes tratores.
Imediatamente, inicia a obra de novo empreendimento e, desmembrando a Fazenda Baile, uma escolhida área de terras férteis, começa a obra do que, em 20 de Dezembro de 1958, foi proclamado Município de Nova Andradina. Com recursos próprios rasga cerca de 350 km de estradas transpondo matas, rios e varjões, o que propiciou a vinda de outros colonizadores para o desenvolvimento do Sul de Mato Grosso. O grande desbravador de sertões e fundador de cidades, Antônio Joaquim de Moura Andrade, foi o exemplo vivo do progresso. Antônio Joaquim de Moura Andrade, faleceu no dia 08 de Fevereiro de 1962, na cidade de São Paulo.

HISTÓRIA DA MÚSICA DO REI DO GADO
Antes de ser imortalizado por esta linda música sertaneja, como “O Rei do Gado” Antônio Joaquim de Moura Andrade, bem que poderia receber o título de “O Rei do Café”. Nas fazendas que possuía, começando pela de Taiuva, perto das cidades de Jaboticabal e Bebedouro, era grande plantador de café e, também, comprador do produto. A fortuna conseguida deve-se ao café. Foi com o desbravamento do sertão, formação da fazenda Guanabara que o fundador da cidade passou do café ao gado. Só aqui possuía mais de 150.000 cabeças. Em 1945, estando Nego Viana na cidade de São José do Rio Preto, encontrou-se com o compositor João Alves e a dupla sertaneja, até então desconhecida, Tião Carreiro e Pardinho. O compositor João Alves mostrou-lhe a letra incompleta de uma música que falava de dois homens poderosos: um produtor de café e outro de gado, e perguntou a Nego Viana se ele conhecia alguém por essas bandas com o perfil dos personagens. Imediatamente foi lembrado o nome de Antônio Joaquim de Moura Andrade, que na época tinha uma enorme quantidade de gado na região. Dessa forma, na última estrofe, de autoria de Nego Viana, foi citado o nome de Andradina. Terminada a composição da letra, a dupla, Tião Carreiro e Pardinho, gravaram a música, e a cidade passou a ser conhecida, desde então, como a TERRA DO REI DO GADO. O “Rei do Café”, como poderia ser chamado não fosse à criação de gado, passou a pertencer ao fazendeiro Jeremias Lunardelli, proprietário na ocasião, da Fazenda Aguapei, em Valparaiso. A célebre estrofe  que ficou marcada foi:  “Quem quiser saber meu nome que não se faça de arrogado. É só chegar lá em Andradina e perguntar pelo Rei do Gado”.
Fontes:
Texto Extraído das Obras:
 “A Volta ao Passado” - Autor: Professor Ernaldo M. Calvoso
Tua Vida Andradina - Autor: Ronaldo Mainardi
Gentílico: Andradinense

 

GALERIA DE PREFEITOS NOMEADOS

 

EVANDRO BREMBATI CARDOSO 10/01/1939 à 06/12/1944
ANTÔNIO MACCI 06/12/1944 à 12/01/1945
EVANDRO BREMBATI CARDOSO 12/01/1945 à 09/04/1945
JOÃO THEODORO DE OLIVEIRA 09/04/1945 à 22/05/1945
IRINEU FRANCO MILANO 22/05/1945 à 10/01/1946
HUMBERTO PASSARELLI 10/01/1946 à 26/03/1947
ANTÔNIO MACCI 26/03/1947 à 05/04/1947
EDSON FADIGAS DE SOUZA 05/04/1947 à 02/01/1948
 

 

GALERIA DE PREFEITOS ELEITOS

 

DR. EDUARDO RAMALHO 02/01/1948 à 01/01/1952
ESTANISLAU ENFELDET JUNIOR 02/01/1952 à 01/01/1956
ARISTÔMENES FIGUEIREDO MEIRELES 02/01/1956 à 01/01/1960
ANTÔNIO SOARES  ANDRADE 02/01/1960 à 01/01/1964
DR. AUGUSTO MARIANE 02/02/1964 à 16/06/1965
MIGUEL CURY 16/06/1965 à 31/01/1969
ANTÔNIO SOARES DE ANDRADE 01/02/1969 à 31/01/1973
MIGUEL CURY 01/02/1973 à 31/01/1977
DR. EDMON ALEXANDRE SALOMÃO 01/02/1977 à 31/01/1983
JOÃO CARLOS CARREIRA 01/02/1983 à 31/12/1988
MAURO BRITO 01/01/1989 à 31/12/1992
DR. ORENSY RODRIGUES DA SILVA 01/01/1993 à 15/10/1996
DR. WILSON TETSUO HIRATA 15/10/1996 à 31/12/1996
EDNA ADANEL OCCHIUCCI BRITO 01/01/1997 à 31/12/2000
MARCOS CITRO 01/01/2001 à 20/08/2001
FABIANO CASTILHO TENO 20/08/2001 à 31/12/2004
ERNESTO ANTÔNIO DA SILVA 01/01/2005 à 31/12/2008
JAMIL AKIO ONO 01/01/2009 à 31/12/2012
JAMIL AKIO ONO 01/01/2013 à 31/12/2016
TAMIKO INOUE 01/01/2017 à 31/12/2020
MARIO CELSO LOPES 01/01/2021 à 31/12/2024

OBS.: O Sr. EVANDRO BREMBATI CARDOSO foi o primeiro Prefeito de Andradina

O Sr. JOAQUIM DE MOURA ANDRADE, foi o Fundador do Município

 





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