DOLCINÓPOLIS

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DOLCINÓPOLIS - Jardim Itatinga Campinas




Memorial

DOLCINÓPOLIS
DOLCINÓPOLIS
Jardim Itatinga Campinas

Prefeitura Municipal de Dolcinópolis

Avenida Elydio Massarenti, 1320
CEP: 15740-000
Fone: (17) 3636-7550
Fax: (17) 3636-7551
Email: planejamento@dolcinopolis.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
A história do município de Dolcinópolis, assim como a de tantos outros municípios brasileiros, se deve à vontade e a coragem de homens e mulheres ávidos por conquista de novos horizontes e por desbravar o desconhecido. A família DOLCI, fundadora do município, que se estabeleceu na região na década de 1940, provinda de Taquaritinga, comprou um lote de terras de cerca de 250 alqueires, reservando 12,5 (algo em torno de 280 mil metros quadrados) para o desenvolvimento de um povoado. Outros colonos, também de Taquaritinga, logo se juntaram aos pioneiros, e em 19 de outubro de 1945, deu-se a elevação do cruzeiro e a construção, não de uma Igreja, mas de uma escola, a hoje Escola Baptista Dolci, é considerada o MARCO ZERO da cidade. O caso é bastante raro, já que poucas cidades no Brasil se formaram a partir de escolas.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Nos idos de 1945, era o senhor Batista Dolci, proprietário de uma gleba de 500 alqueires de terras. Movido pelo desafio de conhecer algo mais além das fronteiras de sua propriedade, fez dela o seu ponto de partida, na época um pequeno aglomerado de casas de pau-a-pique e cujos primeiros moradores foram: Domingos Rossi, Joaquim Vasconcelos, Francisco Galante, Amadeu Romanholi, José Francisco Dourado e o próprio Batista Dolci. A expectativa e a possibilidade de uma vida melhor na promissora região não demoraram a concretizar-se, e assim, outros moradores vieram se juntar àquele pequeno grupo. Estaria lançada a semente que daria origem ao que hoje é Dolcinópolis.

ORIGEM DO NOME
O nome dado ao município de DOLCINÓPOLIS foi uma justa homenagem a família DOLCI, fundadores desta cidade, que estabeleceram se na região na década de 1940. A conjunção literal de Cidade (POLIS em GREGO - e DOLCI, da família DOLCI), formou o topônimo DOLCINÓPOLIS.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 18 de Fevereiro de 1958, através do Decreto Lei Estadual nº 233, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, pertencente ao município de Jales.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 18 de Fevereiro de 1959, através do Decreto Lei Estadual nº 5285, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Dolcinópolis, desmembrado do município de Jales. Sua instalação verificou se em 01 de janeiro de 1960.

O MELHOR EM EDUCAÇÃO
A Educação no município de Dolcinópolis hoje é destaque em nível nacional. Em 2005, a Escola Municipal Professor Antônio Manente, obteve a 2ª posição no ranking federal da Prova Brasil do MEC. Posteriormente, em 2009, Dolcinópolis liderou o ranking nacional e obteve o PRIMEIRO LUGAR EM EDUCAÇÃO NO BRASIL. De acordo com o IFDM (Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal) que pesquisou em todo o País, dados oficiais referentes à Emprego e Renda, Educação e Saúde, onde Dolcinópolis foi a única cidade brasileira a obter a nota máxima em educação.

LENDA DA ONÇA BRAVA
Diz à lenda, que uma onça de hábitos noturnos ronda o município de Dolcinópolis a procura de vítimas. Segundo os moradores, a Onça rodeia as regiões do Ribeirão Santa Rita e o cemitério municipal. Por este motivo, as pessoas da cidade não gostam de passar por esses locais durante a noite. Esta é uma lenda viva, contada pelo povo de Dolcinópolis, desde 1960. Segundo os moradores, o único meio de se livrar da velha onça é carregando consigo um vidrinho de água benta, abençoada pelo padre da Comunidade de Santo Antônio. Caso a onça se aproxime, basta jogar um pouco da água benta nela.

CRIAÇÃO DE “NOVOS AMULETOS”
Outros amuletos de Santo Antônio estão sendo criados para espantar onças, e atrair amor e casamento. O Fundo Social de Solidariedade realiza oficinas no município para criar “souvenirs da sorte”, para que os visitantes nunca se esqueçam desta cidade. Não é por acaso que Santo Antônio foi escolhido para ser Padroeiro do Município. Além de Santo Casamenteiro, atrai os turistas e espanta onças bravas!

HISTÓRICO – SANTO ANTÔNIO/PADROEIRO DE DOLCINÓPOLIS

Viveu na virada dos séculos XII e XIII.
Primeiramente foi frade agostiniano no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, indo posteriormente para o Convento de Santa Cruz, em Coimbra, onde aprofundou os seus estudos religiosos através da leitura da Bíblia e da literatura patrística, científica e clássica. Tornou-se franciscano em 1220, e viajou muito, vivendo inicialmente em Portugal, depois na Itália e na França, retornando posteriormente à Itália, onde encerrou sua carreira. No ano de 1221, fez parte do Capítulo Geral da Ordem em Assis. De fato, Francisco, o fundador, o convocou, assim como a todos os outros frades da ordem. Posteriormente, quando sua eloquência e cultura teológica tornaram-se conhecidas, foi nomeado mestre em Teologia em  Bolonha,  tendo,  a seguir, pregado contra os Albigenses e Valdenses em diversas cidades do norte da Itália e no sul França. Em seguida foi para Pádua, onde morreu aos 36 (ou 40) anos. A sua fama de santidade levou-o a ser canonizado pela Igreja Católica pouco depois de falecer, distinguindo-se como teólogo, místico, asceta e sobre tudo como notável orador e grande taumaturgo. Santo Antônio é também tido como um dos intelectuais mais notáveis de Portugal do período pré-universitário. Tinha grande cultura, documentada pela coletânea de sermões escritos que deixou, onde fica evidente que estava familiarizado tanto com a literatura religiosa como com diversos aspectos das ciências profanas, referenciando-se em autoridades clássicas como Plínio, o Velho, Cícero, Sêneca, Boécio, Galeno e Aristóteles, entre muitas outras. O seu grande saber tornou-o uma das mais respeitadas figuras da Igreja Católica do seu tempo. Lecionou em Universidades italianas e francesas e foi o primeiro Doutor da Igreja franciscano. São Boaventura disse que ele possuía a ciência dos anjos. Hoje é visto como um dos grandes santos do catolicismo, recebendo larga veneração e sendo o centro de rico folclore.

NAS PALAVRAS DE JOSÉ ANTUNES:
Santo Antônio de Lisboa, embora muito festejado e venerado como santo pelo povo é menos conhecido como um homem de cultura literária invulgar e como um verdadeiro intelectual da Idade Média”.
Reveladora dessa cultura ímpar é a sua obra escrita, cheia de beleza e densidade de pensamento, como nos testemunham os seus Sermões, autênticos tesouros da literatura e da história. Vasta, profunda, extraordinária, a respeito da Bíblia. Ampla, variada e bem apropriada nas transcrições dos Padres da Igreja e dos autores clássicos. Impressionante para o tempo, não apenas pelo conhecimento que revela das ciências naturais e da humanidade, mas igualmente pelo erudito discurso sobre noções jurídicas, como Poder, Direito e Justiça. Diz à tradição que, em sua curta vida operou muitos milagres, como seguem alguns exemplos:
Certa feita, meditando à beira-mar, os peixes ter-se-iam reunido a seus pés para escutá-lo. Teria restaurado um campo de trigo maduro para colheita que fora estropiado por uma multidão que o seguia teria protegido milagrosamente seus ouvintes da chuva que caía durante um sermão, e uma mulher impedida pelo marido de ir ouvi-lo pôde escutar suas palavras a quilômetros de distância. Quando em disputa com um herege albigense sobre a presença ou não do Deus vivo na hóstia consagrada, o herege, chamado Bonvillo, disse que se uma mula, tendo passado três dias sem comer, honrasse uma hóstia em detrimento de uma ração de aveia, ele acreditaria no santo. Segundo a história, assim que a mula foi liberta de seu cercado, faminta, desviou-se da ração e ajoelhou-se diante da hóstia que Antônio lhe mostrava. Restaurou o pé amputado de um jovem. Soprou na boca de um noviço para expulsar as tentações que sofria, confirmando-o em sua vocação. Quando alguns hereges colocaram veneno em sua comida para verificar sua santidade, o santo fez o sinal da cruz sobre o alimento, comeu-o e nada sofreu, para o vexame dos seus tentadores. Outro milagre famoso trata-se da aparição do Menino Jesus ao santo durante uma de suas orações, uma cena multiplicada abundantemente em sua iconografia. Uma certa mulher, em Ferrara, Itália, deu a luz em meio de uma situação familiar complicada, pois seu marido estava desconfiando que o filho não seria dele. Quando Santo António soube da situação, visitou o casal por altura do nascimento, tomou a criança em seus braços e ordenou energicamente ao recém-nascido que dissesse quem era o pai. Apesar da idade dele ser de apenas de horas ou de dias, apontou ao referido homem e falou sem titubear que era ele de fato. Durante sua pregação num Consistório, diante do papa, vários cardeais e clérigos, e gentes de várias nações, discorrendo com sutilíssimo discernimento, sobre as intrincadas questões teológicas, cada um dos presentes teria ouvido a pregação na sua própria língua materna. Na ocasião, diante de tão assombroso fenômeno, que parecia uma reedição do Pentecostes bíblico, o Papa o teria chamado de A arca do Testamento, o arsenal da Sagrada Escritura.
A devoção popular colocou-o entre os santos mais amados do cristianismo, cercou-o de riquíssimo folclore atribui-lhe até aos dias de hoje muitos milagres e graças. Igrejas a ele consagradas multiplicam-se pelo mundo, tem vasta iconografia erudita e popular, a bibliografia devocional que ele inspira é volumosa, e em sua homenagem uma quantidade incontável de pessoas recebeu o nome Antônio, além de numerosas cidades, bairros e outros logradouros públicos, empresas e mesmo produtos comerciais em todo o mundo também terem seu nome. Na tradição lusófona Santo Antônio está acima de todos em prestígio. A sua veneração foi levada de Portugal para o Brasil, onde se enraizou rapidamente e também dominou o coração do povo. Era tanta a familiaridade que o santo inspirava que passou a ser uma espécie de propriedade privada de todos. Como relatou Grillot de Givry, não há casa que o não venere no seu oratório, e não satisfeita ainda com isso, a comum devoção dos fiéis, cada um quer ter só para si o seu Santo Antônio. Estava em toda parte: nos nichos de pedra, pintado em azulejos, a guardar as casas, em caixilhos de seda à cabeceira da cama a vigiar-nos o sono, nos escapulários e bentinhos junto ao peito, a acautelar- nos os passos, esculpido e pintado para preservar dos perigos, pintados nas caixas de esmola, nos santuários e oratórios. Também era invocado pelos senhores para recuperar escravos fugidos. A mesma familiaridade criou práticas esdrúxulas no culto popular. Se um pedido não era atendido, a imagem do santo podia ser submetida a torturas e castigos. Deitavam-na de barriga para o chão e punham-lhe uma pedra em cima escondiam-na num poço escuro, retiravam-lhe o Menino Jesus dos braços, ou arrancavam-lhe o resplendor. Acreditava-se que o castigo acelerava a concessão da graça, e explicavam a violência dizendo que em sua juventude o santo desejara morrer martirizado em nome da fé. Luminares do clero, como o padre Vieira, também de certa forma reforçavam essas crenças. Num sermão disse:
Não haveis de pedir a Santo Antônio como aos outros, nem como quem pede graça e favor, senão como quem pede justiça. E assim haveis de pedir a Santo Antônio: não só como a quem tem por ofício deparar tudo o perdido e demandado como a quem deve e está obrigado a o deparar. E senão dizei-me: por que atais e prendei esse santo, quando parece que tarde em vos deparar o que lhe pedis? Porque deparar o pedido em Santo Antônio não só é graça, mas dívida. E assim como prendei a quem vos não paga o que vos deve, assim o prendeis a ele. Eu não me atrevo nem à aprovar esta violência, nem à condená-la de todo, pelo que tem de piedade. É um dos santos honrados nas popularíssimas Festas Juninas e diversos costumes folclóricos estão ligados a ele. A título de exemplo, no Brasil, moças casadoiras retiram o Menino Jesus das estátuas e só o devolvem quando arranjam casamento uma prece especial, os responsos, são feitas para que ele ajude a encontrar objetos perdidos no dia da sua festa muitas igrejas distribuem pães especialmente abençoados, os pãezinhos de Santo Antônio, que devem ser guardados numa lata de mantimentos para que não falte alimento na casa. Ele teve inclusive uma brilhante carreira militar póstuma. Numerosas cidades da Espanha, Portugal e Brasil conferiram-lhe títulos militares, condecorações, insígnias e outras honrarias, iniciando-se o curioso hábito quando o regente Dom Pedro ordenou em 1668, que ele fosse recrutado e assentasse praça como soldado raso no II Regimento de Infantaria em Lagos, sendo promovido sucessivamente a Capitão e Coronel. Com o posto de tenente-coronel, a sua imagem foi levada pelo Regimento de Infantaria nº 19 em Cascais em  à frente dos combates da Guerra Peninsular,   recebendo depois uma condecoração.
O Rei Dom João VI, após o feliz desembarque no Brasil na sua fuga da invasão napoleônica, nomeou-o sargento-mor, promovendo-o depois a tenente-coronel. No Brasil foi onde recebeu mais títulos, recebendo inclusive soldo em vários locais até depois de proclamada a república. Devido à sua enorme popularidade, o seu onomástico é comemorado com grandes festas em todos os locais do mundo onde a devoção se enraizou, movimentando romeiros, instituições sacras e profanas e também o comércio, e nas cidades onde os festejos são tradicionais e importantes enchem-se os hotéis, pousadas e restaurantes e as lojas oferecem recordações de variados tipos, que são vendidas aos milhares. Em Dolcinópolis, se destaca a tradicional festa no dia do santo, onde fazem se promessas, acertam-se namoros, vendem-se deliciosas comidas típicas e souvenirs do Santo Casamenteiro. O Santo Antônio tem a devoção das noivas e de todos os solteiros que almejam se casar. Levam flores para o altar da Igreja da Comunidade e prometem se casar na igreja, caso o desejo seja alcançado.
Gentílico: Dolcinopolense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

JOSÉ CASTAGNOLI 01/01/1960 à 31/12/1963
DOVILIO DE BIAZI 01/01/1964 à 31/01/1969
OSVALDO CALGARI 01/02/1969  à 31/01/1973
DOVILIO DE BIAZI 01/02/1973 à 31/01/1977
JOSÉ INÁCIO PEREIRA DE AZEVEDO 01/02/1977 à 31/01/1983
ANTÔNIO FERNANDES MIGUEL NETTO 01/02/1983 à 31/12/1988
JOSÉ INÁCIO PEREIRA DE AZEVEDO 01/01/1989 à 31/12/ 1992
ANTÔNIO FERNANDES MIGUEL NETTO 01/01/1993 à 31/12/1996
JOSÉ INÁCIO PEREIRA DE AZEVEDO 01/01/1997 à 31/12/2000
JOSÉ INÁCIO PEREIRA DE AZEVEDO 01/01/2001 à 31/12/2004
ONIVALDO BATISTA 01/01/2005 à 31/12/2008
ONIVALDO BATISTA 01/01/2009 à 31/12/2012
JOSÉ LUIZ REIS INÁCIO DE AZEVEDO 01/01/2013 à 31/12/2016
AMÉRICO RIBEIRO DO NASCIMENTO 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. JOSÉ CASTAGNOLI, foi o primeiro Prefeito de Dolcinópolis.




Acervo Digital

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