ECHAPORÃ

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ECHAPORÃ - Jardim Nova Esperança Campinas

ECHAPORÃ




Memorial

ECHAPORÃ
ECHAPORÃ
Jardim Nova Esperança Campinas

Prefeitura Municipal de Echaporã

Praça Riodante Fontana, 10 - Centro
CEP: 19830-000
Fone: (18) 3356-9010
Site: www.echapora.sp.gov.br
 

HISTÓRICO

 

COMO TUDO COMEÇOU...
Missão Indígena em Echaporã...

Chamada de “CATEQUESE”, a missão foi implantada próxima a cabeceiras do Ribeirão Veado, na raiz da Serra do Mirante, nas imediações do atual município de Echaporã, próximo ao Rio do Peixe.
Os padre Claro e o padre Lavalle sensibilizaram autoridades e outros setores da sociedade paulista a favor dos índios Caingangues, para que fossem suspensas as invasões territoriais enquanto se discutiam meios de pacificações através da catequese.
Em maio de 1902, Padre Lavalle trouxe de São Paulo os freis Daniel de Santa Maria e Boaventura de Adeno, o leigo Paulo de Sorocaba e o ex carmelita padre Francisco Savelli. Fundada a missão, os Capuchinhos embrenhavam-se na mata adentro, ajudados por sertanejos armados, e ao encontrarem indígenas, empunhavam crucifixos e conseguiam arrebatar alguns grupos para catequização, sendo que muitos foram escravizados por fazendeiros, que usavam os padres como “iscas”, para aprisionar ou exterminar os silvícolas.
Nessa época, a escravidão indígena era tolerada em todo centro sudoeste paulista, inclusa a região de Campos Novos, sabendo-se da existência de índios nestas condições na fazenda co Coronel Sanches.
Desmoralizados perante os brancos e os índios, os padres ainda ficaram no sertão do Paranapanema até 1907, quando repentinamente e sem esclarecimentos conhecidos, abandonaram a região. Eles se transferiram para Conceição de Monte Alegre, onde não contava com um padre fixo desde 1906, porém viriam a abandonar o local em 1916, também sem explicações. A ausência de explicações se deve ao fato de que os Capuchinhos não eram dados a justificar seus atos.
Frei Boaventura de Adeno foi o novo responsável pelos Capuchinhos na região, a partir de Conceição de Monte Alegre.
Em 1908, oficialmente já não existia escravidão indígena no Brasil, e na região não haviam nem mesmo índios para escravizar. Porém, apenas após a morte do Coronel Sanches, em 1912, se findaram efetivamente as práticas de extermínio e escravização indígena no Vale do Paranapanema.

A ORIGEM
No início do século XX, a Serra do Mirante e vertentes dos rios Peixe e Paranapanema eram ainda ocupadas pelos índios Coroados. Dessa região propagaram várias incursões e numa delas, João Zarias fundou junto à nascente do riacho Pary-Veado, um povoado com o nome de “Catequese”, assim denominado por ter sido o local reduto de catequizadores de índios, dirigidos pelos frades Capuchinhos.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Por volta de 1922, Santiago Fernandes Prietro, recém chegado a Catequese, desentendeu-se com as autoridades locais e fixou-se seis quilômetros a noroeste, no alto da Serra do Mirante, onde fundou um novo povoado. Com a ajuda de outros pioneiros, derrubou matas, instalou um cemitério e erigiu uma capela dedicada a Nossa Senhora Aparecida. Em 08 de setembro de 1924, foi celebrada a primeira missa na capela, pelo padre João Di longue, pároco em Campos Novos e, devido a amplidão do horizonte avistado, denominou-se o patrimônio de “Bela Vista”.
Logo após a construção da igreja, Santiago instalou um boteco em sua casa; em seguida, novamente auxiliado pelos imigrantes italianos que chegavam no povoado, construiu uma cancha de bocha e um coreto. Os sitiantes vinham aos domingos rezar o terço que era puxado por Salvador Tortola, o “Totó”, e, depois, os homens ficavam jogando bocha, bebendo pinga e contando “causos”. Assim, Santiago passou a atrair moradores para o seu convívio, formando o povoado de Bela Vista. Os primeiros a se juntarem a ele foram a viúva Verônica e seu casal de filhos, “Ela veio do mato, perdida, viúva com um filho e uma filha, comprou uma data do meu pai, fez um rancho de coqueiro e ficou morando aí”, lembra dona Rosa Ema Fernandes Gazzola, moradora mais antiga e filha do fundador.

A HIPOTECA DAS TERRAS, IMPEDE O CRESCIMENTO DA VILA
Em 1928, uma geada queimou todo o café de Santiago, que não teve como pagar o empréstimo de 10 contos de réis, feito com o senhor Benedito Spinardi, (Nesta época o senhor Spinardi financiava as lavouras de café da região).
Os anos foram passando e os 10 contos se tornaram 35. A garantia do senhor Spinardi eram as terras de Santiago que ficaram hipotecadas. Com isso, o crescimento da vila parou, pois os terrenos não podiam ser transferidos de dono e com medo de perde-los, ninguém os comprava.
Em 1931, chega à vila o jovem Pascoalino Pontara, “Quando cheguei aqui era muito pequeno, só tinha oito casas. Eu estava em Assis e trabalhava numa máquina de café. Então meu irmão, Paulo Pontara, pôs uma máquina de café com o Albino Villa aqui e me mandou pra cá...” “o Paulo tinha comprado um terreno aqui, mas não tinha a escritura” Os terrenos estavam todos hipotecados ao senhor Spinardi.
Já em 1934, Pascoalino procurou o senhor Benedito Spinardi para tentar acertar a situação do terreno do irmão. Foi quando o credor propôs que ele conseguisse 25 contos de réis para saldar a dívida de Santiago que os outros 10 contos já estavam certos.
O jovem Pascoalino contou então a Santiago a proposta de Spinardi, que cedeu uma casa no valor de cinco contos para ser vendida e quitar parte da dívida. O senhor Antônio Holmo se interessava pelo imóvel, e depois do negócio fechado, faltavam ainda 20 contos. Pascoalino resolveu, então, procurar os sitiantes para ajuda lo à pagar o que faltava. A exemplo de tudo o que já tinha sido construído na vila, mais uma vez a “italianada” se uniu, agora para salvar o patrimônio. Foi fundada neste momento a “Companhia”, uma espécie de Associação.
Nesta época não havia muito dinheiro, os negócios era feitos com títulos, e foi assim que reuniram os 20 contos que faltavam. Cada sitiante assinou um título de 500 réis. Reunindo todos os títulos que atingiam o total necessário, Pascoalino os levou até Spinardi a fim de quitar a dívida, porém ele não aceitou os diversos títulos; queria receber tudo num só título. Foi então que Pedro Rabassi, sitiante e membro da “Companhia” endossou o título de 25 contos de réis, ficando com os demais para receber dos respectivos responsáveis.
A dívida foi paga e os terrenos liberados para negociações. A “Companhia” ficou responsável por passar as escrituras, liderada por Pascoalino Pontara, Pedro Rabassi e Santiago Fernandes. Estes títulos assinados pelos sitiantes assumiram o papel de investimento, pois cada contribuinte recebeu um lote de terra de acordo com o valor do título, com escritura e tudo o mais.

A RETOMADA DO DESENVOLVIMENTO
A partir deste momento a Vila tomou força e começou a crescer. Novas casas foram construídas, mais pessoas se mudaram para lá, mais lojas foram se abrindo e a vila se desenvolveu e tomou forma. Em poucos anos, já estava mais desenvolvida que Catequese e em pé de igualdade com a sede da enorme comarca de Campos Novos – que na época abrangia o território de Conceição do Monte Alegre, Platina, Catequese, Assis, Presidente Prudente, Ocauçu, Garça, Marília, Lutécia, Echaporã, Oscar Bressane, entre outras -.
Os moradores de Bela Vista queriam deixar de pertencer judicialmente a Catequese. Então, numa noite eles se uniram, foram até a Catequese e roubaram o Cartório, pegaram toda a papelada legal e trouxeram para a vila, a fim de que se instalasse ali o Cartório de Paz. Porém o juiz fez com que devolvessem tudo. Teve início a política local, disputando o poder: Bela Vista X Catequese.
Pouco tempo depois, em 30 de novembro de 1938, o então governador do Estado, Ademar de Barros, assina o Decreto nº 9775, que se refere à divisão territorial do estado. Com isso, Bela Vista passa ser a sede do município e responsável pelos distritos de paz de Lutécia, Oscar Bressane (Vila Fortuna), Campos Novos (ex Paranapanema), Ocauçu e Varpa, e pela vila de Catequese. Em 1º de janeiro de 1939, o prefeito de Campos Novos Guilherme Gianazzi, acompanhado de autoridades estaduais, assinou, em ato solene, a instalação do Município de Bela Vista.

ORIGEM DO NOME
ECHAPORÃ (Do guarani, exá-porã). Em 1938, o povoado existente, e denominado  de Catequese, consolidou-se e se tornou sede do município de Campos Novos, com o nome de Bela Vista, denominação que se explica por se assentar na Serra do Mirante, a 714 metros de altitude, onde, de fato, se descortinam os campos pastoris do noroeste paulista.
Em 1944, entretanto, em virtude da existência de muitos lugarejos com o nome de Bela Vista, inclusive no Estado, a denominação foi alterada, traduzida para o guarani, e como homenagem, assim, a seus primeiros moradores: exá – ver, observar e porã – belo, bonito.  Aduza-se que a palavra “hechá” também está presente no nome de outras cidades brasileiras, como Araxá, por exemplo em Minas Gerais (do guarani ‘ara exá), e que significa, especificamente, “vista do tempo”, dando a ideia de um lugar alto de onde se pode divisar um determinado panorama.

O FUNDADOR – SANTIAGO FERNANDES
O primeiro forasteiro de ascendência europeia a se estabelecer onde hoje se encontra o município de Echaporã, foi Santiago Fernandes, agropecuarista vindo, em 1934, de Araraquara, para tomar posse de alguns lotes de terras que havia comprado do governo paulista.
Na época, a região abrigava diversas aldeias dos guaranis caiovás, que logo foram expulsos, para ceder lugar à cultura de lavouras e a criação de gado, e aos novos colonos que sobrevinham para o já nomeado – e não por pouca ironia, certamente – povoado da Catequese.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
- Em 13 de abril de 1880, através da Lei Provincial nº 62, o povoado foi elevado à categoria de Freguesia, com a denominação de São José do Rio Novo, no município de Santa Cruz do Rio Pardo.
- Em 01 de março de1885, através da Lei Provincial nº25, a Freguesia foi elevada à categoria de Vila, com a denominação de Campos Novos do Paranapanema, desmembrado de Santa Cruz do Rio Pardo. Sua instalação verificou-se em 14 de janeiro de 1887.
- Em 1928, foi criado o Distrito de Paz de Catequese, ao qual Bela Vista ficou pertencendo.
- Em 21 de dezembro de 1929, através da Lei nº1821, simplificou o nome da Vila, para Campos Novos.
- Em 30 de novembro de 1938, através do Decreto Lei Estadual nº9775, altera o nome do município para Bela Vista.
- Em decorrência do vasto progresso de Bela Vista e visando atender às necessidades da população e para centralização da administração municipal, a sede do município de Campos Novos e o Distrito de Catequese foram transferidos para Bela Vista.
- Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº14334, o município de Bela Vista tem seu nome alterado para Echaporã.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de novembro de 1938, através do Decreto Lei Estadual nº 9775, o Distrito foi elevado à categoria de Município, com a denominação de Bela Vista.
Nova festividade estava marcada para a população, em 01 de janeiro de 1939, quando instalou-se o município de Bela Vista, cuja administração passou a compreender cinco distritos de paz: Bela Vista, Campos Novos, Fortuna, Lutécia e Casa Grande.
Nesta oportunidade foi prefeito municipal, o senhor Guilherme Gianazzi, em continuação ao mandato que então procedia em Campos Novos Paulista, tendo posteriormente passado o cargo para o segundo prefeito, Arlindo Eiras.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
- 1925, O fundador Santiago Fernandes, compra 40 alqueires de terra no alto da “Serra do Mirante”, em que abre dois alqueires, onde constrói uma casa e se muda com a família.
- 1926, Com a ajuda dos sitiantes (imigrantes italianos), Santiago construiu uma capela para Nossa Senhora Aparecida, um coreto e uma cancha de bocha, e instalou um boteco em sua própria casa.
- 1926, chega a primeira família (do senhor França Ferlete) para morar no novo povoado. Mais tarde, constrói uma casa e passa a funcionar uma pensão no local.
- Santiago constrói a primeira casa de tábua, onde hoje é o Centro Cultural “Jairo Costa e Silva”.
- 1929, ano da grande queda da bolsa de Nova Iorque, causando grande queda no preço do café do Brasil.
- 1930, Neste ano acontece a formação da “Banda do Pito Aceso”.
- 1929 a 1934, período em que as terras da Vila ficam hipotecadas. A Vila de Bela Vista pouco se desenvolve.
- 1934, Inaugura-se a primeira escola da Vila.
- 1935, A hipoteca foi paga, e a Vila volta a crescer.
- 1936, Os moradores de Bela Vista tentam formar o Distrito na “marra”. Roubam o cartório de Catequese, interfere o juiz que manda devolver a papelada.
- 1937, Inaugura-se a escola da máquina de café do Spinardi.
- 1938, Publica-se o Decreto Lei nº 9775, que transfere a sede do município de Campos Novos do Paranapanema para Bela Vista.
- 1939, Ocorre a Instalação do município de Bela Vista, e posse do prefeito Guilherme Gianazzi.
- 1942, Posse do prefeito Arlindo Eiras.
- 1944, Posse do prefeito Riodante Fontana.
- 1949, Fundação do Ginásio Estadual.
- 1950, Construção do prédio da prefeitura.
- 1950, Início das obras do Hospital Anita Costa.
- 1951, Estudos para Implantação do serviço de água e esgoto no município.
- 1952, Construção do Posto de Puericultura.
- 1953, Instalação da Rede de distribuição de energia elétrica.
- 1954, Calçamento do Jardim.
- 1955, Doação ao Estado do prédio do Ginásio com o respectivo terreno.
- 1956, Aquisição de um terreno para ampliação do hospital.
- 1957, Construção das primeiras pontes e estradas municipais.
- 1958, Contrato com a empresa de eletricidade Vale do Paranapanema, para expansão dos serviços de distribuição de energia elétrica.
- 1959, Instalação do Campo de Aviação.
- 1960, Construção da Casa da Agricultura.
- 1965, Contrato com a Organização Telefônica Brasileira para os serviços telefônicos municipais.
- 1966, Contrato com Empresa Telefônica para exploração da linha Echaporã -  Assis e Echaporã – Marília.
- 1970, Instalação da Empresa de Correios e Telégrafos.
- 1973, Início das obras do Centro Esportivo Municipal.
- 1974, Construção do Posto de Saúde.
- 1975, Assinatura do contrato com a SABESP.
- 1976, Instalação da Agência do BANESPA.
- 1978, Transferência do serviço telefônico de Echaporã para a TELESP.
- 1979, Doação de terreno à Caixa Econômica Estadual.
- 1981, Muda o nome da Praça Barão do Rio Branco para Praça Riodante Fontana.
- 1984, Criação da Biblioteca Pública Municipal.
- 1990, Doação de terreno ao CDHU para construção do Núcleo Habitacional.

Fonte:
- Texto extraído parcialmente da Obra: Antigas Fazendas Alta Sorocabana.
Autor: Luiz Carlos de Barros.
- Textos extraídos de Trabalhos de Pesquisa dos Estudantes de Echaporã.
- Texto parcialmente extraídos da Obra: Histórias de Campos Novos Paulista.
Autor: José Antônio Tobias.
Fotos históricas:
- Acervo público do Centro Cultural de Echaporã.
Realização:
Secretaria Municipal de Turismo.
- Maria Claudia Alferes Sanches – Secretária Municipal de Turismo.
Secretaria Municipal de Cultura.
- Solange Garcia Costa e Silva – Secretária Municipal de Cultura.
Colaboração:
- Marcos Andrade
- Márcia Aparecida Soares.
Apoio:
Prefeitura Municipal de Echaporã.
Gentílico: Echaporense


                                                                                                       GALERIA DE PREFEITOS

GUILHERME GIANAZI 01/01/1939 A 08/05/1942
ARLINDO EIRAS 09/05/1942 A 10/11/1943
RIODANTE FONTANA 27/08/1944 A 22/11/1945
JOÃO CONTRUCCI 23/11/1945 A 06/12/1945
RIODANTE FONTANA 07/12/1945 A 23/04/1947
SEBASTIÃO MENDES CORDEIRO 24/04/1947 A 31/12/1947
RIODANTE FONTANA 01/01/1948 A 31/12/1951
JOÃO RAMIRES ROMEIRO 01/01/1952 A 31/12/1955
ALBINO VILLA 01/01/1956 A 31/12/1959
RIODANTE FONTANA 01/01/1960 A 31/12/1963
ODILON MILANI 01/01/1964 A 31/01/1969
LAURINDO CASTELUCCI 01/02/1969 A 31/01/1973
CAETANO CARLOS 01/02/1973 A 31/01/1977
FRANCISCO DE OLIVEIRA FRANCO 01/02/1977 A 31/01/1983
JOÃO GONÇALVES 01/02/1983 A 31/12/1988
FRANCISCO DE OLIVEIRA FRANCO 01/01/1989 A 31/12/1992
JOÃO GONÇALVES 01/01/1993 Á 31/12/1996
LUIS HENRIQUE VILLA 01/01/1997 Á 31/12/2000
FRANCISCO DE OLIVEIRA FRANCO 01/01/2001 Á 31/12/2004
OSVALDO BEDUSQUI 01/01/2005 A 31/12/2008
OSVALDO BEDUSQUI 01/01/2009 A 31/12/2012
ARISTEU BOMFIM 01/01/2013 A 31/12/2016
LUIS GUSTAVO EVANGELISTA 01/01/2017 A 31/12/2020
LUIS GUSTAVO EVANGELISTA 01/01/2021 A 31/12/2024

OBS.: O SENHOR GUILHERME GIANAZI FOI O PRIMEIRO PREFEITO DE ECHAPORÃ.





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