Guararapes

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Guararapes - Jardim Nova Esperança Campinas




Memorial

Guararapes
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Jardim Nova Esperança Campinas

Prefeitura Municipal de Guararapes

Avenida Marechal Floriano, 565
CEP: 16700-000
Fone: (18) 3606-8000
Email: guararapes@terra.com.br
Site: www.guararapes.sp.gov.br

 

 

HISTÓRICO

 

OS PRIMEIROS HABITANTES - OS ÍNDIOS CAINGANGUES
No começo deste século, esta região era coberta em toda a sua extensão, por densa mata. Toda a região localizada à esquerda do Rio Tietê, era tida como "região desconhecida" e habitada por índios ferozes. Na verdade, esta região pelos lados de Araçatuba, chegou a abrigar uma importante população indígena Caingangue, com seus subgrupos, entre os quais, o dos índios Coroados.
Na confluência do Tietê e do Paraná, próximo a Itapura, chegavam numerosos grupos de Caiapós e de Xavantes, todos do grupo Tapuia, atraídos pela piracema, que permitia uma grande festa, pela fartura de peixes os quais não conseguiam escalar os saltos de Itapura (Tietê) e de Urubupungá (Paraná) e ficavam presos entre as pedras, ou em pequenas poças d'águas ao alcance das mãos.
Apesar dos dois grandes obstáculoas à navegação, que eram os saltos do Avanhandava e do Itapura, hoje cobertos pelas águas dos lagos das barragens de Nova Avanhandava e Jupiá - o Rio Tietê serviu, por um bom tempo, de estrada fluvial, com a construção de varadouros pelas margens, para ultrapassar obstáculos. A população branca, começou a penetrar a região por duas razões principais: uma militar e outra econômica.
A militar estava ligada à busca de um caminho alternativo para a Provincia do Mato Grosso, cujo único acesso pelo Rio Prata, apresentava o inconveniente das crescentes tensões com o Paraguai. No calor da campanha militar, nasceu o projeto de uma estrada de ferro, que ligasse o Centro Sul do país à Província de Mato Grosso. Esta estrada viria a ser a Estrada de Ferro Brasil-Bolivia ou Noroeste do Brasil, construída a partir de Bauru, em 1905.
A ocupação por motivos econômicos, seguiu dois caminhos: um em direção a Penápolis, através de Rio Preto, outro, pelas cabeceiras do Rio Feio para plantação de café, em terras do atual município de Pirajuí. As bases dessas entradas eram Lençóis Paulista de um lado, e Jaú de outro... Em todas as ocasiões houve conflitos graves com os Caingangues, que ocupavam tradicionalmente a região.
A turma do engenheiro Cristiano Olsen, responsável pela construção da estrada de ferro, por exemplo, foi atacada entre Birigui e Araçatuba e foram todos mortos pelos índios, que tentavam defender suas terras e sua sobrevivência. Os conflitos avançavam conforme a construção da ferrovia crescia e as turmas da estrada recorriam a expedientes cada vez mais brutais, à medida que aumentevam a resistência indígena: aldeias arrasadas e populações dizimadas, roupas contaminadas com varíola deixadas nas pontas dos trilhos, açucar misturado com arsênico, colocado ao alcance dos indígenas e o uso indiscriminado de armas de fogo
Dos povos indígenas da região, sobraram apenas algumas familias, confinadas pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), em pequenas reservas indígenas, uma das quais, no município de Avaí, perto de Bauru, Posto Indígena Araribá, outra no município de Braúna, Posto Indígena de Icatú. e outra no município de Tupã, Posto Indígena Índia Vanuire.

A ORIGEM
Em 1908, a estrada de ferro alcançou o km 154, às margens de um riacho, batizado de Santo Antônio do Campestre (depois Albuquerque Lins, atual Lins) e, logo depois, também Araçatuba,  Jupiá. Esse traçado se revelou desastroso pelos contínuos surtos de malária que afugentavam a população e destruíam os empreendimentos econômicos. A solução, vinte anos mais tarde, foi construír uma "Variante" da linha tronco, por Guararapes (1924) e Andradina (1934).
Definida a construção desta variante, a fundação de Guararapes surgiu de uma ação estabelecida e combinada, entre os irmãos Dr. Antônio Pinto de Oliveira e o Coronel Joaquim Pinto de Oliveira, procedentes de Varginha, no Estado de Minas Gerais, que compraram terras situadas entre os Córregos Jacaré e Furtctal e nelas se estabeleceram,  e também os Drs. Mário Barroso Ramos e Clóvis Botelho, ficando o projeto do arruamento e praças a cargo do Dr. Mário.
Em 07 de junho de 1927, estes firmam um contrato particular, entre sí, convencionando o seguinte teor: no caso de Guararapes ser uma estação da variante da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, no terreno hoje pertencente ao Dr. Antônio Pinto de Oliveira e Coronel Joaquim Pinto de Oliveira, no lote sob número 191 e situado entre os números 27 e 29, no mapa, os contratantes se obrigam a fundar um patrimônio com área de 60 alqueires de terras, atual esplanada. Os 60 alqueires referidos deverão ser repartidos de modo equitativo, entre as três partes referidas, de modo que todas fiquem à mesma distância da estação ferroviária.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Ainda em 1927, os irmãos Pinto de Oliveira, resolveram lotear sua propriedade, entregando esta tarefa a Companhia Paulista de Colonização Ltda. Investida de plenos poderes para a realização do objetivo, aquela empresa pode, através de contratos liberais firmados com os compradores, desincumbir-se rapidamente da missão que lhe foi confiada e, dessa forma, contribuir para o progresso já evidenciado com a construção da estrada do Aguapeí Tietê.
Em 1928, foi feita a doação das terras (sessenta alqueires), necessárias para que se formasse o Patrimônio. Nesse mesmo ano, com o avanço da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, foi projetada a construção de uma Estação Ferroviária, em terras dos irmãos Pinto de Oliveira, um pouco além do Córrego Frutal. Confiou-se ao engenheiro Dr. Mário Barroso Ramos, o projeto de arruamento e loteamento, sendo que o dia 08 de Dezembro de 1928, foi escolhido para data oficial da fundação da cidade, tendo por padroeira Nossa Senhora Imaculada Conceição. Como parte das solenidades, celebrar-se-ia, na data prevista, Missa Campal em frente ao Cruzeiro, construído especialmente para aquela finalidade.
Entretanto, chuvas torrenciais impediram a realização do ato religioso, e deram ensejo a que as festividades programadas tivessem lugar na cidade de Araçatuba. Devido à abundância de jabuticabeiras existentes na região, denominou-se o Patrimônio de FRUTAL. No ano seguinte, em 08 de Dezembro de 1929, ocasião em que se comemorava o primeiro aniversário de fundação do povoado, Monsenhor Adauto Rocha, vigário da paróquia de Araçatuba, celebrou Missa Campal e abençoou o lançamento dos primeiro tijolos da capela, cuja obra foi realizada pelo senhor Luís Ferreira. No ano seguinte, foi inaugurada a Estação Ferroviária. O novo patrimônio deveria (conforme carta datada de 24/08/1927), chamar-se HUMAITÁ, porém os outros contratantes destas terras preferiram chamá-la de FRUTAL.

ORIGEM DO NOME
1º Nome:

- HUMAITÁ -  Entre os personagens envolvidos na real história de Guararapes,está a sugestão do Doutor Clóvis Boetlho Vieira  de denominar o novo patrimônio de Humaitá, conforme carta datada de 24/08/1927. Entretanto, a gleba de 583 alqueires reservada junto ao córrego Fructal, pelo Dr. Antônio Pinto de Oliveira, recusando a denominação antes sugerida e os outros contratantes aceitando o nome Frutal.
2º Nome:
FRUTAL - Por causa do Córrego que limitava o povoado, e que tinha esse nome.
3º Nome:
- GUARARAPES - Vocábulo indígena, do Tupi - guaraná-pe(s) - (guará r-pé) que significa som produzido por queda ou pancada, Na escolha de seu nome, por ocasião da criação do Distrito e através de Lei, o Departamento das Municipalidade, homenageou a célebre batalha que se deu nas Colinas de Guararapes, em Pernambuco, e que é o marco da expulsão dos holandeses do Brasil, no século XVII.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 10 de Julho de 1934, através do Decreto Lei Estadual n 6546, o patrimônio foi elevado à categoria de Distrito com o nome de Frutal. Porém, o então Departamento das Municipalidades (com sede na Capital), aproveitando o mesmo Decreto, houve por bem mudar o nome da cidade para GUARARAPES, em homenagem ao importante fato da nossa história (Batalha dos Guararapes). Com a criação do Distrito, algumas instituições foram instaladas como a Sub Prefeitura e o Cartório de Paz e Registro Civil. Para ocupar a Sub-Prefeitura foi nomeado o senhor Antônio Jorge da Silva. O primeiro Juiz de Paz nomeado foi o senhor Étore Bertola, e que foi substituído em 1937, pelo senhor Antônio M. de Oliveira. tendo como escrivão o senhor Adelmo Almeida.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 05 de Janeiro de 1937, através do Decreto Lei Estadual nº. 2833, o Distrito é elevado à categoria de Município, já com a denominação de Guararapes, desmembrando se do município de Araçatuba. Sua instalação ocorreu solenemente em 06 de Junho de 1937.

A CHEGADA DA ENERGIA ELÉTRICA
Os primeiros postes de energia elétrica começaram a chegar em Guararapes, em 1938, no governo do senhor Luís Lincoln de Oliveira. Nesta época, segundo relata o senhor Clineu de Almeida, os postes acompanhavam as estradas municipais, porém, na saída de Araçatuba, havia uma propriedade, na qual existia extensa área verde e não aceitavam que derrubassem as árvores dali. Assim sendo, o senhor Adelmo Almeida programou um jantar, convidando os amigos machadeiros, que deveriam estar presentes, mas já de posse de um machado. Após o jantar, foram até o local e puseram ao chão as árvores que impediam a passagem dos postes de energia.
No dia seguinte, o senhor Adelmo Almeida foi processado pelos proprietários da terra. Posteriormente chegaram a um acordo, juntamente com a Administração de Araçatuba e, assim, conseguiram que a energia elétrica chegasse até Guararapes. Anteriormente a iluminação era através de lampião movido a carboreto.

CRIAÇÃO E ELEVAÇÃO A COMARCA
Em 03 de Dezembro de 1952, o município de Guararapes, através do Decreto Lei Estadual nº 1940, é elevado à categoria de Comarca. Sua instalação,se deu em 29 de abril de 1953. A solenidade de instalação da Comarca foi realizada no edificio do Cine Paratodos e contou com a presença do Governador do Estado Dr. Lucas Nogueira Garces, do Secretário Estadual da Justiça Dr. José Loureiro Junior. O primeiro Juiz de Direito da Comarca foi o Dr.Ruy Toledo de Assumpção e o primeiro Promotor Público foi o Dr. Reynaldo Ferraz Ayrosa. Nesse dia houve alvorada, missa campal, banquete, jogos esportivos e baile abrilhantado por Pedrinho e sua Orquestra. O prefito nesta ocasião era o senhor Clineu de Almeida.

PEDRINHO E SUA ORQUESTRA - GUARARAPES
É impossível deixar de relacionar "Pedrinho e Sua Orquestra" a um tempo em que o romantismo invadia os corações, e era fácil sonhar. O som dessa orquestra enchia os salões e também os corações, até hoje na memória dos que puderam desfrutar desse "doce encanto".
Guararapes - Pedrinho e Sua Orquestra são "sinônimos". Sentimos um incontrolável orgulho ao ver a cidade projetada pelo Brasil todo. Pode-se dizer até que essa fase tornou-se inesquecível.
No ano de 1942, Pedro Salla era Regente da Banda Municipal de Guararapes, e mantinha um conjunto orquestral que tocava nos bailes na região, quando foi convidado juntamente com esse conjunto a trabalhar no Hotel Cassino das Thermas de Ibirá,  cidade de sua origem. Por volta de 1945, com o fechamento do Cassino, retornou a Guararapes e o "Jazz Ibirá", transformou-se em Pedrinho e Sua Orquestra Guararapes, ficando definitivamente na cidade.
No inicio eram apenas oito músicos que formavam o grupo. Foi aumentando, chegando ao seu apogeu com um total de vinte elementos, a exemplo das grandes orquestras de bailes da época, e era constituída de quinteto de saxofones, trio de trombones, quarteto de pistons, dois cantores, bateristas, contrabaixistas, violinistas e três outros ritmistas, além do maetro regente. A orquestra se apresentava em todo o Brasil, chegando a tocar em um só mês, 26 bailes, recorde conquistado em dezembro de 1958.
Uma apresentação que ficou marcada na história da Orquestra, foi quando tocou em Brasilia, e se apresentou na TV Nacional, onde fez um show, e quando foi gravado o disco desta apresentação, ao vivo, em 1961. Manteve se em atividades até 1965, quando foi desfeita. Apesar do falecimento de Pedro Salla ter ocorrido em 1963, conseguiu sobreviver aproximadamente, por mais dois anos, sempre mantendo o padrão de formação que era de 17 a 20 músicos além do Regente.

REGISTROS DO HISTORIADOR - LINHA DO TEMPO
- Em 1920, começavam a chegar às primeiras famílias no povoado, após a construção da estrada Aguapeí - Tietê. 
- A primeira casa construída em madeira, foi residência do senhor Francisco Barbosa Júnior, seguida de outras construídas em tijolos, como a de João Marini, José Lino e Hilário Millan. do senhor Esperidião da Cunha eram pontos de encontro para um "bate-papo" entre amigos.
- Entre outros estabelecimentos comerciais, havia o açougue do senhor José Pedro Castilho.
- Havia a padaria do senhor Alfredo Pacheco e a sapataria do Manoel Batista dos Santos.
- Devido ao aumento das construções em alvenaria, os senhores Antônio Damico e Marques Sobrinho, construiram a primeira Olaria, localizada na atual Avenida Rio Branco.
- O restaurante do senhor Otto Macedo e a primeira barbearia 
- O senhor João de Castro Moraes, auxiliado pelo Fidélis Paulino Arruda, instalaram o segundo armazém de secos e molhados, pois o primeiro já se tornara muito pequeno.
- O senhor Ettóre Bertola, montou a primeira farmácia do povoado. O engenheiro Dr. Mário Barroso Ramos, instalou uma máquina de beneficiar café, que depois passou a pertencer ao senhor Antônio Jorge da Silva.
- O primeiro vendedor ambulante de leite de vaca foi o senhor Manoel Hernandes, e morava no sítio Santa Maria.
- A primeira olaria foi de propriedade do senhor Antônio Damico e do senhor Marques Sobrinho, e estava localizado na atual Avenida Rio Branco. 
- O primeiro restaurante pertencia ao Otto Macedo.
- A primeira barbearia era do senhor Esperidião da Cunha, cujo estabelecimento era verdadeiro ponto de encontro, “bate papos” dos habitantes da época.
- Entre outros estabelecimentos comerciais da época do Patrimônio, destacamos também o açougue do senhor José Pedro Castilho, a padaria do senhor Alfredo Pacheco, e a sapataria do senhor Manoel Batista dos Santos.
- Em 1938, dez anos após sua fundação, Guararapes tinha uma população de 24.000 habitantes (conforme dados da época).
No ano de 1948, vinte anos após sua fundação,  a população de Guararapes era de 45.406 habitantes. O senhor Sérgio Alves, um dos primeiros cidadãos a ser registrado no Cartório da cidade, conta que seu pai o senhor José Alves Júnior, também pai da saudosa professora, Conceição Laura Alves, foi um dos primeiros moradores da cidade que ajudou a desmatá-la.
Retirava madeira que era transportada para esplanada da Estrada de Ferro (N.O.B.), onde seguia para a cidade de Colina. Como não havia veículos, o transporte dessa madeira até a Estação Ferroviária era feito por carros de boi, que somente o senhor José Alves os possuía. A rua que deu início à cidade foi a Washington Luís, tendo como marco, o primeiro hotel da cidade, cujo nome também era Frutal, de propriedade do senhor Manuel Cardoso.
- Onde está construída a Praça Nossa Senhora da Conceição, já foi um campo de futebol, no qual eram armados os circos que aqui se apresentavam. 
- Em 1938, foi realizada a primeira quermesse na cidade, cujo objetivo foi de levantar recursos para construção da Igreja Matriz. Em 08 de Dezembro de 1957, foi inaugurado o relógio na torre da Igreja Matriz.
- Em 04/08/1934, foi registrado o primeiro óbito oficial no município, e o falecido foi o senhor Tisuko kumagai. Em 08/09/1934, foi registrado no Cartório de Paz, a primeira Certidão de Casamento, e os noivos foram José Inácio da Cunha e Assumpta Bologuesi.
- Em 1947, o Dr. Clineu de Almeida, foi eleito presidente do Clube de Beisebol de Guararapes, sendo o único presidente não descendente de japoneses, visto que estes não podiam ocupar cargo de lideranças a época, sob o fato de o Japão ter pertencido ao “EIXO”, na Segunda Guerra Mundial.
- Na história política de Guararapes, apenas duas mulheres ocuparam uma vaga de vereadora na Câmara Municipal, foram elas: Helena Brasil de Rezende (suplente do PTB – 1954 a 1955) e Júlia Rodrigues (titular do PMDB – nos anos de 1988 à 1992). Os seis primeiros Prefeitos do Município não foram eleitos pelo voto popular, mas nomeados pelo “Interventor Federal”.
- A primeira reportagem feita pela Rádio Difusora de Guararapes, foi quando da inauguração, do Conservatório Dramático Musical “Maestro Pedro Sala” e foi comandado pelo repórter Hermano Henning.
- Em 13/04/1968, Guararapes sediou a primeira Convenção de Rádios e Jornais da Noroeste, na qual participaram mais de cem emissoras e jornais, desde Bauru a Três Lagoas.
- Em 17/12/1965, foi inaugurada a via de acesso Tenente Rio Branco Antunes, e contou com a presença do então Governador Dr. Ademar Pereira de Barros. 
- A criação da Biblioteca Municipal foi uma iniciativa do então vereador, João Batista Peres Marques – (1952 a 1955).
- O primeiro guararapense a participar da maratona de São Silvestre, em São Paulo, foi Paulo da Paz.
- Que o famoso “COCÁ” conhecido e estimado cidadão Guararapense, sempre ia a praticamente todos os velórios da cidade. Este fato todos se recorda.
- Em setembro de 1952, aconteceu em Guararapes, à primeira edição dos Jogos Noroestinos, idealizados pelo Jornalista Oswaldo Penna, nos quais a cidade ficou classificada em terceiro lugar, no cômputo geral.
- Nos anos de 1958 a 1966, a professora Neusa Gonçalves, foi técnica de som da Rádio Difusora de Guararapes.
- O senhor Adelmo Almeida, foi à inauguração do Estádio do Pacaembu em São Paulo, e lá desenhou no colo, a planta do referido estádio, contendo as medidas originais, para posteriormente, aplicá-las em Guararapes.
- Quando da construção do Estádio Municipal, o senhor Adelmo Almeida solicitou a uma comitiva, que levasse uma boiada para pisotear e firmar o terreno para que nele pudesse ser plantada a grama.
- Antes de ser denominado “Adelmo Almeida”, o Estádio Municipal teve como patrono o ex-prefeito senhor Luís Lincoln de Oliveira.
- A atual Avenida Washington Luís chamava-se Avenida da Saudade.
- A atual rodoviária de Guararapes só foi construída onde está hoje, por que um grupo de cidadãos se mobilizou para que ela não fosse instalada na saída da cidade.
- A FAMUG – Fanfarra Municipal de Guararapes, sob a orientação do instrutor Araçatubense, Valmir Aparecido de Oliveira, sagrou-se CAMPEÃ BRASILEIRA DE BANDAS E FANFARRAS (categoria Infanto juvenil com gatilho), cujo campeonato aconteceu na cidade de Socorro. O primeiro Presidente da Câmara Municipal foi o Vereador Francisco de Oliveira.
- A rua que deu início a cidade, foi a Washington Luís, tendo como marco, o primeiro hotel da cidade, cujo nome também era Frutal, de propriedade do senhor Manuel Cardoso. Ao lado, havia um pequeno armazém de secos e molhados, denominado “Casa Alves”, de propriedade de José Alves Júnior e sua esposa Verônica Alves.
Fonte:
Texto extraído da Obra - Guararapes - O Ínicio de Tudo...
- Acervo da Biblioteca Municipal.
Realização:
- Departamento Municipal de Cultura e Turismo.
- Dora Leila Henrique - Diretora do Departamento de Cultura e Turismo.
Apoio:
Prefeitura Municipal de Guararapes.

Gentílico: Guararapense

GALERIA DE PREFEITOS
 

DR. OSWALDO BRANDI DE FARIA 06/06/1933 à 20/08/1937
LUIZ LINCOLN DE OLIVEIRA 21/08/1937 à 20/06/1945
PACÍFICO NOGUEIRA 21/06/1945 à 10/08/1945
JOÃO ARRUDA BRASIL 11/08/1945 à 19/03/1947
PACÍFICO NOGUEIRA 20/03/1947 à 29/03/1947
LUIZ PERON 30/03/1947 à 31/12/1947
DR. ESTANISLAU FADIGAS DE SOUZA 01/01/1948 à 31/12/1951
CLINEU DE ALMEIDA 01/01/1952 à 31/12/1955
ARTHUR BERNARDI 01/01/1956 à 31/12/1959
JOÃO JOSÉ DE SOUZA 01/01/1960 à 31/12/1963
CLINEU DE ALMEIDA 01/01/1964 à 31/01/1969
JOSÉ GARCIA 01/02/1969 à 31/01/1973
DR. JOAQUIM MARQUES DE OLIVEIRA 01/02/1973 à 31/01/1977
WHITAKER DE MIRANDA 01/02/1977 à 31/01/1983
DR. JOAQUIM MARQUES DE OLIVEIRA 01/02/1983 à 31/12/1988
ARY GERALDO ZANETTI 01/01/1989 à 31/12/1992
TAREK DARGHAM 01/01/1993 à 31/12/1996
JOSÉ CAETANO DA SILVA 01/01/1997 à 31/12/2000
TAREK DARGHAM 01/01/2001 à 31/12/2004
TAREK DARGHAM 01/01/2005 à 31/12/2008
EDENILSON DE ALMEIDA 01/01/2009 à 31/12/2012
EDENILSON DE ALMEIDA 01/01/2013 à 31/12/2016
TAREK DARGHAM 01/01/2017 à 31/12/2020
TAREK DARGHAM 01/01/2021 à 31/12/2024
 

OBS.: O Dr. OSWALDO BRANDI DE FARIA, foi o primeiro Prefeito de Guararapes.



 

 

 



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