OSVALDO CRUZ

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OSVALDO CRUZ



OSVALDO CRUZ - Jardim Nova Esperança Campinas




Memorial

OSVALDO CRUZ
OSVALDO CRUZ
Jardim Nova Esperança Campinas

Prefeitura Municipal de Osvaldo Cruz

Praça Hermínio Elorza, 448 - Centro
CEP: 17700-000
Fone: (18) 3528-9500
Site: www.osvaldocruz.sp.gov.br

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
Foi no contexto de uma intensa especulação fundiária, praticada pelos proprietários das terras, que se deu a valorização do território de Osvaldo Cruz. Os agentes desta valorização eram proprietários de terra que, em parte, atuaram através de loteamentos, visando a pequenos e médios estabelecimentos rurais, bem como lotes urbanos. Para o loteamento de Osvaldo Cruz foi criada a Colonização Alta Paulista, empresa construída especialmente para tal fim.
As terras, que compõe o município de Osvaldo Cruz, pertenciam, outrora, a duas vastas glebas denominadas Fazenda Guataporanga e Fazenda Monte Alegre, localizadas respectivamente ao norte e ao sul do espigão divisor da bacia hidrográfica dos Rios Peixe e Aguapeí.
As fazendas Monte Alegre, de 5.000 alqueires e Guataporanga, de 13.940 alqueires, constituíam o então domínio territorial do município de Osvaldo Cruz, que era de 18.940 alqueires. Esta ampla gleba, veio mais tarde a ser subdividida, dando origem ao que hoje corresponde à área territorial dos municípios de Osvaldo Cruz, Salmourão e aproximadamente metade do município de Inúbia Paulista.
A origem do atual município de Osvaldo Cruz deve-se ao senhor Max Wirth, um suíço que veio ao Brasil pela primeira vez em 1898, instalando-se na cidade de Pederneiras. Aí ele permaneceu cinco anos desenvolvendo atividades junto a uma máquina de beneficiamento de arroz e arrendando terras para a produção cafeeira. Retornando à Suíça em 1902, desenvolveu atividades junto à indústria têxtil de propriedade da família em Dietfurt. A venda desta indústria, em 1920, rendeu capital a Max Wirth para retornar ao Brasil e iniciar a compra de vastas extensões de terras no Oeste Paulista, que superavam 60.000 alqueires.
As glebas adquiridas no Oeste Paulista localizavam-se principalmente na região da Noroeste e Alta Paulista. Adquiriu também terras no Norte do Paraná a partir de meados da década de 1930.
Uma vez no Brasil, e com o dinheiro obtido na Europa, Wirth tornou-se industrial - um dos maiores acionistas da empresa Leite Vigor, e proprietário de uma fábrica de óleo no estado do Paraná, fábricas de amido no sul do Brasil, produtor de café, algodão e cereais e especialmente um latifundiário dedicado à especulação de terras para valorização no território de Osvaldo Cruz.
Em 1940, Max Wirth constituiu a Colonização Alta Paulista para o trabalho da venda de lotes nas glebas Guataporanga e Monte Alegre. Vendedores conseguiram comercializar áreas junto a proprietários rurais das regiões Noroeste, Alta Araraquarense e na própria Alta Paulista. A maioria dos compradores eramde origem italiana, portuguesa, espanhola e japonesa (ex-colonos de café) e nordestinos.
“Da área total da gleba (45.456 ha.), cerca de 86%, foi objeto de loteamento e os 14% restantes foram reservados ao proprietário, pra abertura de suas próprias fazendas. Estas, que atingem cerca de 6.500 ha, estão localizadas no atual município de Inúbia Paulista”.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Já localizado o terreno pelo engenheiro Arno Kiefer, para a fundação do patrimônio Califórnia, em novembro de 1940, o empreiteiro Estanislau Pereira, vindo de Lucélia a convite do Dr. Hans Klotz, iniciou, com cinquenta homens, a derrubada de dois alqueires de mata, para a instalação do seu acampamento, justamente no lugar onde se situam as duas quadras formadas pela Avenida Brasil, Rua Rodolfo Zaros, Avenida Getúlio Vargas e Rua engenheiro Kiefer. A derrubada do restante do patrimônio foi feita pelo empreiteiro José Pombalino. Entretanto, oficialmente, o fundador da cidade é o suíço Max Wirth.

A PRIMEIRA MISSA
A fundação do povoado de Califórnia, esse foi seu primeiro nome, se deu a 06 de junho de 1941, tendo este ato sido consumado com a realização da primeira missa, celebrada num clarão aberto na mata virgem. A celebração foi realizada pelo padre Gaspar Aguillô Cortez, Vigário da Paróquia de Tupã. Vencendo as dificuldades da precária estrada, que serpenteava, desviando das árvores de maiores troncos, para prestigiar o ato trouxe consigo congregados marianos e alguns músicos da charanga que estava sendo formada em Tupã.
Os poucos habitantes da vila Califórnia, que nascia, juntaram-se aos visitantes e rezaram juntos, elevando suas preces a Deus e os poucos músicos fizeram soar acordes.

A PRIMEIRA IGREJA
Uma pequena construção de madeira, erguida em fins de 1942, com uma torrezinha no centro do telhado, um singelo alpendre, tendo dependurado um pedaço de trilho à guisa de sino, foi a primeira igreja dos católicos e uma das quatro primeiras construções levantadas pela empresa colonizadora. Ficava solitária no alto do lado oeste do lugarejo que estava nascendo. No raiar de 25 de janeiro de 1944, ela foi encontrada demolida no chão, em consequência de um temporal ocorrido durante a noite. Os moradores do lugar, ainda poucos, se cotizaram e construíram outra maior no seu lugar, também de madeira, porém, sem a torrezinha e o alpendre que enfeitavam a anterior.
Os ofícios religiosos dos primeiros anos do vilarejo eram celebrados por padres vindos de fora, principalmente de Iacri, naquele tempo cidade de maior expressão do que Califórnia, que ia se chamar Osvaldo Cruz.
Em 28 de junho de 1946, foi criada a Paróquia de São José de Osvaldo Cruz e, três dias depois, tomou posse o primeiro vigário na pessoa do padre Victor Stefan Boehmisch.
No mesmo lugar onde se encontrava a primeira igrejinha, hoje se encontra o suntuoso templo da Igreja Matriz, projetada por Júlio de Sabri e construído sob a liderança do padre Bonifácio Kleinpass.
OBS - O templo da Igreja Presbiteriana Independente foi o segundo erguido em Osvaldo Cruz, seguindo-se numerosos outros de outras denominações religiosas que hoje se espalham pelos quatro cantos da cidade.

COLONIZADOR – MAX WIRTH – O FUNDADOR DA CIDADE
O senhor Max Wirth, desbravador de sertões brasileiros, agricultor emérito, homem de empresa, organizador e financista genial, nasceu aos 19 de maio de 1881, em Lichtensteig, Cantão de St. Gallen, Suíça, filho único de Albert Maximilian Wirth e de Anna Regula Ulrika Wirth. Frequentou os primeiros anos escolares em estabelecimentos de ensino de sua cidade natal. Posteriormente, cursou a Escola do Comércio de Basel e, finalmente, completando seus conhecimentos profissionais, cursou a Escola de Tecelagem da cidade de Reutlingen, na Alemanha.
Antes mesmo de atingir a idade adulta, Max Wirth não pode mais ocultar seu desejo ardente de empreender viagens e participar de uma vida de aventuras. Na época, não havia local melhor para a realização desses intentos que o Brasil. No começo deste século, era o Brasil ainda parcialmente inexplorado. Mesmo São Paulo, o mais progressista estado da federação brasileira, apresentava-se em grande parte despovoado e ignoto.
Os mapas de então, nas regiões conhecidas por Alta Paulista, Alta Sorocabana, Noroeste apresentavam-se claros, revelando serem terras pouco conhecidas e quase destituídas de estradas, povoações e cidades. Estavam, então, cobertas de matas virgens e impenetráveis.
Atingidos os 18 anos de idade, e obtida a autorização paterna, Max Wirth veio pela primeira vez para o Brasil por conta própria, “com bons conselhos e pouco dinheiro”.
No Brasil, juntamente com outro suíço, organizou uma máquina de beneficiar arroz. Além da máquina de beneficiar arroz, logo adquiriu uma pequena fazenda que cultivava com desvelo.
Aos 23 anos de idade, voltoupara a Suíça e passou a administrar, juntamente com seu tio, irmão de seu pai, a tecelagem que possuíam em Dietfurt.
Aos 24 anos, casou-se com Bertha Kaiser, na cidade de Zug. Teve dessa união quatro filhos: Anne Marie, Martha Johanna, Max e Hans Ernst. Entretanto, sua esposa faleceu ainda jovem,
em 1914 e, em 1917, também sua mãe veio a falecer, depois de longos sofrimentos.
No ano de 1917, casou-se novamente com a senhorita Milly (diminutivo de Emilie) Lang, da cidade de Kurz-Rickenbach. Deste casamento, teve três filhos: Hans Peter, Emil e VerenaEmilie.
Mantendo método sempre dinâmico, objetivo e acelerado de trabalho, logo procurou melhorar sua indústria de tecelagem, introduzindo também a fiação, o que proporcionou sensível aumento de produção. Porém, a lembrança de um Brasil exuberante, selvagem e inexplorado, cheio de aventuras e seduções, não se afastava, contudo, de sua memória. Assim, não vacilou e, em 1921, vendeu sua indústria e veio para o Brasil. Aqui chegando, comprou uma vasta área de terras no vale do Baixo-Aguapeí, para cima e para baixo do Salto Botelho, com grande projeto de abrir uma fazenda mista de, cafezais, pastarias e cana de açúcar. A partir daí, comprou outras inúmeras fazendas nos estados de São Paulo e Paraná.
Em 1926, abriu outra gleba no “Alto Cafezal” (primeiro nome da cidade de Marilia), e deu o nome a esta gleba de Fazenda Paredão. Nessa fazenda, mais tarde, fez a nova residência para ele e sua família. No mesmo ano, abriu a Fazenda Rio Preto em Guararapes, onde formou outro cafezal com as mesmas e moderníssimas instalações para o beneficio de café. Ainda, nesta mesma época, começou a abrir a vasta mata virgem da Fazenda Jangada, onde em menos de um ano, plantou 1.000 alqueires de algodão. Nessa fazenda, montou uma indústria algodoeira.
Em 1927, voltou à Suíça, especialmente para propiciar a seus filhos educação escolar, fixando residência na cidade de Kuesnacht. Logo depois, no entanto, voltava para o Brasil a fim de dar continuidade à sua gigantesca obra.
Em 1937, começa a penetração no norte do Paraná, adquirindo as Fazendas Figueira e Sant’Anna, em Santa Mariana. Mais tarde, comprou a gleba “Ubá”, hoje Fazenda Mundo Novo na zona dos Rios Ivaí e Corumbataí, no município de Ivaiporã, deixando a direção da mesma para seus filhos.
Durante cinquenta anos, Max Wirth dedicou-se integralmente e, especialmente, à cultura de café, cana de açúcar, algodão e criação de gado. O extraordinário disso tudo é que era feito com muita dedicação e a uma paixão incontida de edificar em todos os setores de suas atividades, fazendo de sua vida um manancial de obras.
Nas cidades fundadas por ele ou com sua colaboração decisiva como, Osvaldo Cruz, Salmourão e Lucélia, ele instalava igrejas, escolas e fornecia todo o necessário para suas manutenções. Como industrial, no Brasil, foi um dos maiores acionistas da Leite Vigor, em São Paulo. Possuía fábrica de óleo no estado do Paraná e fabricas de amido no Sul do Brasil, além de indústrias algodoeira e cafeeira. Como comerciante, fundou a firma Max Wirth, Comércio e Indústria, com sede em Santos e filiais em Osvaldo Cruz e Adamantina.
O senhor Max Wirth sempre gostou e fazia questão de morar em suas fazendas, e só nos últimos anos de vida, concordou em comprar uma residência em São Vicente, assim mesmo,
por precisar viver à beira-mar, por recomendação médica. Ao morrer – já vivido em anos – em plena atividade na cidade de São Vicente, parece que o destino reservou-lhe a proximidade do mar para conduzi-lo a outros parâmetros da existência. Ali encerrou o enredo da sua vida.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 16 de novembro de 1942, através do Decreto Lei Estadual nº 13050, o Interventor Estadual Dr. Fernando Costa, sancionou a Resolução do Conselho Administrativo do Estado de São Paulo, elevando o povoado de Califórnia, então sob a administração do senhor Walter Wild, à condição de Distrito da 2ª Zona, com sede em BALISA, no município de Martinópolis, comarca de Presidente Prudente, e já com o nome alterado paraOSVALDO CRUZ, em homenagem ao grande vulto da história do Brasil, graças ao vertiginoso progresso registrado pelo vilarejo, em apenas um ano e cinco meses de sua fundação.

ORIGEM DO NOME

Primeiro Nome:
CALIFÓRNIA
 – Estava prevista a fundação de um patrimônio como parte integrante do loteamento levado a cabo pela Colonização Alta Paulista. Tratava-se do patrimônio Califórnia, primeiro nome recebido por Osvaldo Cruz. Este nome tinha sido também escolhido pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro no projeto de expansão de seus trilhos. Conhecendo tal fato, o proprietário das terras, ao elaborar o planejamento do patrimônio, deu a este o mesmo nome proposto pela Companhia Ferroviária: Califórnia.

Segundo Nome:
OSVALDO CRUZ
 – A mudança de nome de Califórnia para Osvaldo Cruz foi recebida com surpresa, porém com simpatia pela população do povoado.
O novo nome dado foi-se avultando no bem querer da população que passou a amá-lo e a sentir por ele grande orgulho, por ser intérprete da homenagem devida por todos os brasileiros ao cientista Dr. Osvaldo Cruz, tributando-lhe não o nome de uma rua, de uma praça, mas de uma cidade inteira destinada a ser grande.

Nota do Autor: CALIFÓRNIA, o nome de origem da cidade, que durou pouco tempo, continuou, porém, sendo cultuado através das seguintes denominações: Rua Califórnia, Vila Califórnia, Cafeeira Califórnia, Destilaria de Álcool Califórnia, Rádio Califórnia FM, de várias atividades comerciais e pelo Rotary Clube Osvaldo Califórnia, como uma forma de homenagearmos os nossos irmãos pioneiros.

REGISTRO DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO I
Após a instalação do Distrito, o primeiro Tabelião do Cartório do Registro Civil e Tabelionato, foi Laércio Martins de Freitas, que inclusive instalou anexo ao Cartório, o seu gabinete, como primeiro dentista da Vila.
- O primeiro registro de nascimento no Distrito de Paz deu-se no dia 10 de Janeiro de 1943. Foi da menina Amélia, filha de Tadamassa Ito e Komatsu Ito, nascida em dois de dezembro de 1942, na Avenida Usina, hoje Avenida Roosevelt. Foram testemunhas: Oscar Junqueira da Costa e Aurélio S. Campos.
- O primeiro casamento foi de AdalinoPanham com ArmelindaScaliz, elefilho de João Panham e Antônia Rossi, e ela filha de Gaspar Scaliz e Amélia Shikuezo. Realizou-se no Hotel Machado, tendo como testemunhas Ricardo Bularelo e Antônio Corazini. Foi celebrante Emil Esper, primeiro Juiz de Paz do Distrito.
- O primeiro óbito foi de Maria, com um ano de vida, nascida no Bairro Canguçu, filha de Francisco Euzébio Filho e Celestina Antônia de França, ocorrido em 16 de janeiro de 1943.
- A primeira escritura pública de compra e venda, sob número 1, lavrada de próprio punho por Aristeu Sampaio Campos, a partir da página 1, do livro 1, foi lavrada aos vinte
e quatro dias do mês de junho do ano de mil, novecentos e quarenta e três, nesta Vila de Osvaldo Cruz, 2ª Zona de Balisa, município de Martinópolis, estado de São Paulo. Tratava-se da venda aJosé Maria Sanches, residente em Martinópolis, da Parcela número 27 da Chácara 614, localizada entre a Avenida Brasil e a Estrada “Lá”. Esta venda foi feita porWalter Wild, suíço e sua mulher Helena Benincasa Wild, brasileira, proprietários, residentes e domiciliados nesta Vila de Osvaldo Cruz. Como testemunhas, Bento de Carvalho Filho e Emil Esper subscreveram a escritura.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de novembro de 1944, através do Decreto Lei Estadual nº 14.334, sancionado pelo Interventor Estadual Dr. Fernando Costa, o distrito de Osvaldo Cruz foi elevado à categoria de Município, com fundamento na Lei Orgânica Nacional 331, de 02 de maio de 1944, desmembrando-o do município de Martinópolis. Sua instalação ocorreu solenemente em 1º de janeiro de 1945.

MUNICÍPIO DE MAIOR PROGRESSO – LINHA DO TEMPO II
Em 1955, Osvaldo Cruz foi considerado como um dos dez municípios de maior progresso no Brasil pelo IBAM-Instituto Brasileiro de Administração Municipal, recebendo no Rio de Janeiro, naquele tempo capital do país, através de Hermínio Elorza, prefeito, o honroso diploma a que fez jus.
A revista “O Cruzeiro”, a maior, a mais conceituada na época, editada no Rio de Janeiro, com uma tiragem de 610.000 exemplares, com cobertura nacional e divulgação no exterior, enviou a Osvaldo Cruz o seu repórter Mário Morais que foi o autor de ampla reportagem local, ilustrada com 10 fotografias, ocupando duas páginas inteiras da famosa revista, em sua edição número 18, daquele ano.
A reportagem destacou o elevado estágio de progresso da cidade, dizendo as legendas de algumas fotografias publicadas: “O moderno edifício do Foro”, o “Posto de Puericultura, projetado gratuitamente por OSCAR NIEMEYER”, o “Jardim Público com área de 19.070 metros quadrados, arborizado e iluminado com piso em mosaico ornamental”, e “Estádio Municipal, um dos maiores do Estado”.

DOUTOR OSVALDO CRUZ - BIOGRAFIA
Oswaldo Gonçalves Cruz nasceu no interior de São Paulo. Filho de cariocas,aos cinco anos, acompanhou a família no retorno ao Rio de Janeiro. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1887, formando-se em 1892. Casou-se aos 20 anos, com jovem de família rica. Em 1896, estagiou durante três anos no Instituto Pasteur, em Paris, sendo discípulo de ÉmileRoux, seu diretor. Voltou ao Brasil em 1899 e organizou o combate ao surto de peste bubônica registrado em Santos, e em outras cidades portuárias. Demonstrou que a epidemia era incontrolável sem o emprego do soro adequado. Como a importação era demorada, propôs ao governo a instalação de um instituto para fabricá-lo.
Capa da Revista da Semana (outubro de 1904) sobre a Revolta da Vacina. Foi então criado o Instituto Soroterápico Federal (1900), cuja direção assumiu em 1902.
Diretor-geral da Saúde Pública (1903), nomeado por José Joaquim Seabra Ministro da Justiça, e pelo presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves, coordenou as campanhas de erradicação da febre amarela e da varíola, no Rio de Janeiro. A nomeação foi uma surpresa geral.
Organizou os batalhões de mata-mosquitos, encarregados de eliminar os focos dos insetos transmissores. Convenceu Rodrigues Alves a decretar a vacinação obrigatória, o que provocou a rebelião de populares e da Escola Militar (1904), contra o que consideram uma invasão de suas casas e uma vacinação forçada, o que ficou conhecido como Revolta da Vacina.A capital fluminense, então capital federal, era uma das mais sujas do mundo, pois dos boletins sanitários da época se lê que a Saúde Pública, em um mês, vistoriou 14.772 prédios, extinguiu 2.328 focos de larvas, limpou 2.091 calhas e telhados, 17.744 ralos e 28.200 tinas. Lavou 11.550 caixas automáticas e registros, 3.370 caixas d'água, 173 sarjetas, retirando 6.559 baldes de lixo dos quintais de casas e terrenos, 36 carroças de lixo, gastando 1.901 litros de petróleo (são dados do livro indicado abaixo, do Dr. Sales Guerra).Houve um momento em que foi apontado como inimigo do povo, nos jornais, nos discursos da Câmara e do Senado, nas caricaturas e nas modinhas de Carnaval. Houve uma revolta, tristemente célebre como a revolta do quebra-lampeão, em que todos foram quebrados pela fúria popular, alimentada criminosamente durante meses pela demagogia de fanáticos e ignorantes.
Premiado no Congresso Internacional de Higiene e Demografia, em Berlim (1907), deixou a Saúde Pública (1909).
Dirigiu a campanha de erradicação da febre amarela em Belém, e estudou as condições sanitárias do vale do rio Amazonas e da região onde seria construída a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Em 1916, ajudou a fundar a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e, no mesmo ano, assumiu a prefeitura de Petrópolis. Doente, faleceu um ano depois, não tendo completado o seu mandato. O mundo inteiro lamentou sua morte no dia, com mais que um minuto de silêncio.

A CHEGADA DA FERROVIA
O grande sonho dos pioneiros de Osvaldo Cruz era a chegada do trem. As pontas dos trilhos ferroviários fazia tempo, estavam paradas em Quintana, por causa da serra.
A Estrada de Ferro Paulista, depois FEPASA, oferecia a seus usuários trens de passageiros confortáveis, luxuosos, seguros, rápidos e principalmente pontuais. Muitos acertavam os seus relógios pelo horário da chegada do trem.
Um dia, o sonho da população realizou-se com a chegada do trem. A cidade inteira tomou conhecimento de que a chegada do primeiro trem de passageiros dar-se-ia às 10 horas do dia 1º de abril de 1949. Bem antes da hora marcada, a gare da estação estava apinhada de povo, um mundaréu de gente de todas as camadas sociais. Muitos permaneciam de olhos fitos no horizonte, onde as linhas paralelas dos trilhos pareciam unir-se, na expectativa do apontar da locomotiva. O senhor Straus, proprietário do Foto Rasma, fretou um avião monomotor de treinamento e, em baixa altura, fotografou a composição ferroviária cobrindo o trecho de Parapuã a Osvaldo Cruz.
Por volta da hora marcada, eis que surge um ponto preto, lá longe, onde os olhos ainda alcançavam os trilhos que se perdiam de vista. Velozmente, esse ponto foi se ampliando e, de repente, com tamanho enorme, passou rente ao povo como uma imensa serpente, bufando e balançando o corpo: era a locomotiva puxando os vagões de janelinhas. Chegou barulhenta, batendo o sino, soltando fumaça, imponente, ostentando no peito o número 640 e portando, na frente, desfraldada, a Bandeira Nacional. O povo sentiu um frenesi, enquanto rojões pipocavam no ar e a banda, com todos os seus instrumentos, executava a todo pulmão um dobrado viril.
Duas horas depois, um concorrido banquete realizou-se no amplo salão da antiga Agência Ford, em regozijo ao acontecimento, com a presença de autoridades, pessoas importantes, operários e gente simples. O prefeito Orlando Bergamaschi, fez um vibrante discurso, enaltecendo o histórico acontecimento.

A IMPORTANTE PRESENÇA DA COMUNIDADE JAPONESA
Nos primeiros tempos de Osvaldo Cruz, foi marcadamente numerosa e expressiva a presença e a participação da comunidade japonesa nos destinos da cidade pelas diversas atividades desenvolvidas, inclusive na zona rural.
Trouxeram e cultivaram, de maneira ativa, os costumes e as tradições de sua milenar e distante pátria, praticando esportes, principalmente o sumô e basebol, e realizando espetáculos de música e dança, com quimonos e leques, ao som de shamissem, consumindo nas festas iguarias como “moti”, “manju”, “makizushi” e “Kombu”.
Para cultivar estreita e íntima convivência social, fundaram clubes e construíram suas sedes, tais comoo Harmonia, a Associação Desportiva Osvaldo Cruz, a Associação Cultural Nipo-Brasileira e a Iúkendô-jáo, atualmente Academia de Judô.  Para o recolhimento espiritual e para rezarem, construíram a Igreja Budista e instalaram a seita Sheicho-No-Ie e a Messiânica.
Em 15 de novembro de 1949, fundaram a Associação Desportiva Osvaldo Cruz que se tornou motivo de orgulho para a cidade. Foi campeã da Alta Paulista uma dezena de vezes e campeã brasileira em 1956. Naquele ano, realizou-se em Buenos Aires, o Campeonato Sul-americano de Basebol, reunindo as seleções do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile. Para representar o Brasil, a Federação de Basebol, ao invés de formar uma seleção nacional, preferiu dar aquela incumbência à equipe de Osvaldo Cruz, que foi integrada por André Kato, Tadao Ozahata, Teruo Assano, Mário Nakano, Kiyoshi Yazawa, Massaji Kaida, João Kato, Fumio Idagawa, Akira Sato, Kazuo Shimizu, Kokishi Shimoda, Toshio Honda, Jun-itiIwaki, Luiz Maeda, Luiz Shiragaki, com os reforços de Sei, de São Paulo e Ohara de Tupã. O técnico foi TakamassaKajita. Representando o Brasil, a equipe de Osvaldo Cruz voou para Buenos Aires e sagrou-se CAMPEÃ SUL-AMERICANA DE BASEBOL.
Em 11 de fevereiro de 1950, por iniciativa de Kasuji Gushiken fundaram o Conjunto de Cordas Califórnia, integrado por sete músicos, dirigido pelo maestro Mário Maeda, contribuindo para iniciação da cultura musical da população que se formava. Desde o inicio, cuidaram da formação de equipes de basebol na cidade e nos bairros rurais.
Os que vieram do outro lado da Terra se uniam assim, movidos pelas saudades do Japão e pelas dificuldades de assimilar os costumes tão diferentes do povo da nova morada, transmitindo a seus filhos, os “nisseis”, além do idioma os costumes atávicos.Com muito respeito às leis e às autoridades brasileiras, retribuíam a atenção com que eram acolhidos. Faziam questão de que seus filhos fossem matriculados nas escolas.
Muitas famílias pioneiras de Osvaldo Cruz, de origem nipônica, mudaram-se, esparramando-se pelo Brasil afora. Nunca, porém, esqueceram-se daqui. De tempos em tempos, formam caravanas, alugam ônibus e de longe vêm aqui passar alguns dias para rever patrícios e matar saudades da cidade que ajudaram a construir. Os que ficaram, e agora integrados à comunidade em geral, embora em número bem menor, continuam mantendo em atividade seus clubes e igrejas.
Anualmente, sem interrupção, fazem realizar na Avenida Max Wirth, defronte à Igreja Budista, o tradicional “BOM-ODORI” como lembrança festiva dos que partiram para outro mundo e no campo da ADOC realizam a “UNDOKAI”, em concorrida festa de confraternização através de competições esportivas e recreativas.
A presença da comunidade japonesa está marcada indelevelmente em toda a história econômica e social de Osvaldo Cruz. “BANZAI” por tudo o que fizeram e continuam fazendo. “OMEDETÔ”.

PERSONALIDADES DE DESTAQUE NACIONAL

ULISSES COSTA:

O talento do narrador Ulisses Costa vem de berço. Ele é primo dos irmãos Osmar Santos, Oscar Ulisses e Odinei Edson. Sua carreira, que começou na Rádio Clube de Osvaldo Cruz, depois atuou no rádio em Presidente Prudente, e em emissoras de rádios do Paraná e ganhou corpo na Rádio Clube Paranaense. Ulisses Costa nasceu no dia 31 de agosto de 1969, na cidade de Oswaldo Cruz, no interior paulista, e foi criado em Curitiba. Ele mora hoje em condomínio na Grande São Paulo.
No início da década do ano 2000, foi pinçado para trabalhar na Rádio Globo de São Paulo, pelo primo Oscar. O querido Fofão, um dos mais fanáticos torcedores do Corinthians que existe, estava em 2008 na rádio Bandeirantes e na TV Bandeirantes, onde atuava como comentarista do programa Jogo Aberto e narrava compactos.
Em 2005, esteve na Rede TV, onde atuou em vários jogos da Série B do Campeonato Brasileiro. Sua marca registrada é perguntar em meio às transmissões que... que é isso?, quando salta aos olhos alguma jogada bisonha que ocorre no gramado.É casado e pai de duas filhas.

OSMAR SANTOS
O ilustre radialista nasceu em Osvaldo Cruz, em 28 de julho de 1949. Iniciou sua carreira na Rádio Clube de Osvaldo Cruz.Formado em Educação Física, Administração Pública pela FGV-SP e Direito, Osmar Santos, também conhecido como O Pai da Matéria, trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo, onde continua contratado como um dos diretores da equipe, mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994, e que afetou sua fala. Hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo a pinturas sobre telas.
Trabalhou também, nas redes de televisão Rede Globo, Rede Record e Rede Manchete. Narrou a Copa do Mundo de 1986, pela Rede Globo como primeiro locutor, na companhia de Galvão Bueno (segundo locutor) e Luís Alfredo (terceiro locutor). Narrou para a Rede Manchete a Copa do Mundo de 1990, com comentários de Zagallo.
Com base nessa experiência, Osmar Santos e sua equipe passaram a apresentar o programa de variedades “Balancê” pela extinta Rádio Excelsior de São Paulo.
Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984, pela campanha das DIRETAS JÁ. Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.
Osmar Santos vinha sendo preparado para trabalhar na Rede Globo, onde atuou como narrador de futebol e apresentador, mas quem acabou sendo contratado em 1989, para apresentar o programa dominical da Rede Globo, foi seu amigo Fausto Silva. Faustão havia se destacado no programa Perdidos na Noite, produzido pela Rede Record a partir de 1982, e na Rede Bandeirantes, a partir de 1986.

“MAGIC” PAULA
Nascida em 11 de março de 1962, em Osvaldo Cruz, pelas mãos de um médico apaixonado por basquete, Paula teve uma infância com todos os ingredientes necessários para ajudá-la a se tornar uma grande atleta. Seus pais incentivavam muito a prática de esportes, e a vida calma de cidade do interior, permitia que Paula caminhasse sozinha para o clube, onde passava as tardes em todas as aulas que eram oferecidas, como natação, atletismo, e até tênis de mesa.
Mas foi aos 7 anos, quando viu pela primeira vez uma professora brincando com uma bola de basquete, que seu coração bateu mais forte. Ela se encantou com a dança que aquele grande globo laranja fez no ar, até rodar no aro e ser abraçado pela cesta. E não teve dúvida: era aquele o esporte que ela queria praticar.
Alguns anos depois, quando o clube da cidade montou o primeiro time de basquete feminino, Paula tinha apenas 10 anos e era muito nova para participar.
Todos os dias ela pedia para sua irmã mais velha, Cassia, que jogava no time, falar com o técnico, o professor Ruy Camarinha. Mas o professor Ruy achava que Paula era muito pequena e podia se machucar. Até que finalmente, depois de meses, ele foi vencido pela insistência da pequena menina e a deixou entrar em quadra. Ruy não sabia que Paula jogava com os meninos e se impressionou com sua habilidade.Em uma semana de treino, Paula já jogava tão bem – ou até melhor – do que boa parte daquelas meninas muito mais velhas do que ela.
Não é preciso dizer que a partir daí o basquete entrou definitivamente na vida de Paula. E Paula entrou definitivamente para a história do basquete brasileiro.
Do time do Clube das Bandeiras em Osvaldo Cruz, Paula recebeu um convite para jogar pelo Assis Tênis Clube, em Assis. Ela tinha apenas 12 anos. Foi uma decisão muito difícil, mas sua mãe resolveu apostar em seu talento, e Paula saiu de casa para morar com a família de MIRINHO, técnico do time. Esse foi a primeira vez que Paula sacrificou sua vida pessoal pelo esporte.
Outros sacrifícios vieram e com eles, muitas conquistas e vitórias. Aliás, praticamente todas com as quais uma atleta pode sonhar: título paulista, brasileiro, pan-americano, mundial de clubes, de seleções e uma medalha olímpica.
A convocação para a Seleção Brasileira veio precocemente, quando Paula tinha apenas 14 anos. Aos 15, tornou-se titular absoluta da Seleção, que defendeu por 22 anos. Nenhuma outra atleta jogou tantas partidas com a camisa verde-amarelo.
A primeira proposta profissional veio aos 18 anos, quando Paula foi jogar pela UNIMEP de Piracicaba, onde permaneceu por oito anos. Depois da UNIMEP, Paula jogou por vários times paulistas e pelo TINTORETTO de Madrid.
Na opinião de Magic Paula, atuar pela Ponte Preta foi uma experiência emocionante, pois além de vestir a camisa de um time importante para o futebol, foi neste clube que ela jogou ao lado de Hortência pela primeira vez.
Pela Seleção Brasileira também não faltaram emoções. Uma delas foi à vitória sobre as donas da casa no Pan-Americano de Cuba, em uma final que encantou até o próprio Fidel Castro. Mas a maior emoção da carreira de Paula veio três anos depois, em 1994, no mundial de seleções da Austrália, quando o Brasil conquistou a medalha de ouro numa emocionante vitória sobre as chinesas.
O desempenho de Paula nas quadras rendeu-lhe o carinhoso apelido de “MAGIC PAULA” ,dado pelo jornalista esportivo Juarez Araújo. Juarez se encantou com o estilo de Paula, durante uma partida da Seleção Brasileira contra a Bulgária, em 1983, no Ibirapuera. Em pouco tempo, o país inteiro adotou o apelido.
A história de conquistas de Magic Paula pelo Brasil, terminou com uma medalha de prata emblemática durante os jogos Olímpicos de Atlanta. Em seguida, Paula despediu-se da Seleção Brasileira. Mas continuou a jogar e a colecionar vitórias até o ano 2000, quando disse adeus às quadras, depois de 28 anos.

BRANCA - A ATLETA
Maria Angélica Gonçalves da Silva, mais conhecida como “BRANCA”, nascida em Osvaldo Cruz, em 10 de janeiro de 1966, é uma jogadora de basquetebol brasileira.
Integrou a Seleção Nacional de Basquete, que conquistou a Medalha de Prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Atualmente é treinadora de basquetebol em clubes paulistas. É irmã da também jogadora de basquete Magic Paula.

LUÍS GUSHIKEN
Filho de Tetsu e Shoei Gushiken, Luís nasceu às seis horas da tarde da segunda-feira de 9 de maio de 1950, à Avenida São Francisco, 144 – atual Avenida Max Wirth, na residência de seus pais. Aqui viveu a sua infância e fez seus primeiros anos escolares. Daqui, mudou-se com sua família para Presidente Prudente e depois para São Paulo, ingressando na atividade de bancário, no antigo Banespa.
Impulsionado pelo seu espírito combativo, ingressou nas atividades do Sindicato dos Bancários, revelando-se um líder resoluto e aguerrido nas lutas empreendidas em favor das reivindicações da classe, conquistando rapidamente a solidariedade e a confiança de seus colegas, que o elegeram presidente da importante entidade sindical. Fiel ao mesmo sentimento de lutas ingressou na vida político-partidária, filiando-se ao Partido dos Trabalhadores, tornando-se um conceituado membro da organização.
Sempre destemido e pela sua fidelidade ao programa partidário, pelo voto popular, especialmente dos bancários, foi eleito Deputado Federal, reeleito em dois mandatos consecutivos tornando-se, inclusive, deputado da Constituinte.
Fonte:
- Texto das Personalidades Desenvolvido pelo Jornalista - Giuliano Panvéchio.
- Diretor de Jornalismo e Redação da Agência GARP-Comunicação Integrada Ltda.
- Editor-Chefe do Portal Ocnet - www.ocnet.com.br
- Membro da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (ABCOP).
- Professor dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda das Faculdades FACCAT – Tupã.
- Advogado -OAB/SP 134.205
- Jornalista - MTb nº 46.291-SP
- Editor-Chefe do Departamento de Jornalismo das rádios Clube AM e Califórnia FM.
- Assessor de Imprensa da Prefeitura de Osvaldo Cruz.
OBS:
A cidade de Osvaldo Cruz é conhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida no Estado de São Paulo. Promove diversas atividades culturais, com destaque para a tradicional Feira do Artesão, FAICO (Feira Agroindustrial e Comercial), Feira do Verde e Festa das Nações.
Fonte do Histórico:
- Texto Resumido da Obra – OSVALDO CRUZ – ACHEGASHISTÓRICAS.
Autores: Stefanie Wirth Gegauf e José Alvarenga.
- Texto Resumido da Obra - ... E O SERTÃO ACABOU.
Autor: José Alvarenga.
Coletânea:
*ALVARENGA, José, Vidas e Caminhos/José Alvarenga, Osvaldo Cruz: (O Autor, 1988).
Realização:
Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo. 
- Secretário: Odair da Silva Cavalcanti.
- Diretor: José Braz de Oliveira.
Colaboração:
- Eliana Mazucato – 1ª Dama do Município.
Apoio:
- Prefeitura Municipal de Osvaldo Cruz.
Gentílico: Osvaldocruzense.
 

GALERIA DE PREFEITOS

 

De sua data de fundação, em 06 de junho de 1941, até 1º de janeiro de 1945, a cidade de Osvaldo Cruz pertenceu ao município de Martinópolis e, naquele período, teve como prefeitos:
- JOÃO GRANDE DE MELLO
- VICTOR PEDROSO CHAGAS
 

GALERIA DE PREFEITOS NOMEADOS

 

CRESCÊNCIO MIRANDA 01/01/1945 á 15/05/1946
SERGIO PRADO GALUPO (em exercício) 26/11/1945 á 18/12/1945
VALDEMAR PIO DE OLIVEIRA 16/05/1946 á 25/03/1947
JOSÉ ALVARENGA 26/03/1947 á 30/04/1947
EURICO VIEIRA GUIDO 31/04/1947 á 31/12/1947
 

 

GALERIA DE PREFEITOS ELEITOS

 

ORLANDO BERGAMASCHI 01/01/1948 á 31/12/1951
BRENO RIBEIRO DO VAL 01/01/1952 á 31/12/1955
HERMINIO ELORZA 01/01/1956 á 31/12/1959
OSVALDO MARTINS 01/01/1960 á 31/12/1963
HERMINIO ERLOZA 01/01/1964 á 30/04/1964
NELSON RODRIGUES 01/05/1964 á 31/01/1969
MANOEL FARIAS DE NOVAIS 01/02/1969 á 31/01/1973
OSVALDO ORLANDI 01/02/1973 á 31/12/1976
VICENTE ANTÔNIO 01/01/1977 á 31/01/1977
WALDEMAR DE OLIVEIRA LIMA 01/02/1977 á 30/11/1982
LUIZ SERGIO MAZZONI 01/12/1982 á 31/01/1983
JOSÉ MONTEIRO NABAS 01/02/1983 á 31/12/1988
WILSON APARECIDO PIGOZZI 01/01/1989 á 31/12/1992
AGOSTINHO SILVIO CALIMAN 01/01/1993 á 31/12/1996
VALTER LUIZ MARTINS 01/01/1997 á 31/12/2000
VALTER LUIZ MARTINS 01/01/2001 á 31/12/2004
WILSON APARECIDO PIGOZZI 01/01/2005 á 31/12/2008
VALTER LUIZ MARTINS 01/01/2009 á 31/12/2012
EDMAR CARLOS MAZUCATO (Eleição Suplementar) 02/09/2013 á 31/12/2016
EDMAR CARLOS MAZUCATO 01/01/2017 á 31/12/2020

OBS:
- O senhor Crescêncio Miranda foi o primeiro prefeito (Nomeado) de Osvaldo Cruz.
- O senhor  Orlando Bergamaschi foi o primeiro prefeito (Eleito) de Osvaldo Cruz.




Acervo Digital

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