POTIRENDABA

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POTIRENDABA - Sorocaba Vila Borghesi




Memorial

POTIRENDABA
POTIRENDABA
Sorocaba Vila Borghesi

Prefeitura Municipal de Potirendaba

Largo Bom Jesus, 990
CEP: 15105-000
Fone: (17) 3827-9200
Email: comunicacao@potirendaba.sp.gov.br
Site: www.potirendaba.sp.gov.br

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
DESBRAVADOR CHEGA À REGIÃO EM 1820

Com a alma preparada para enfrentar o desconhecido, o coração em busca de conquistas e a mente à espera de desafios, o desbravador Manoel Ponciano Leite, se embrenhou na densa floresta que formava a região Noroeste do Estado de São Paulo. Ingressou na mata fechada sem saber o que havia pela frente. Devagar, mas com firmeza, abriu caminho entre as árvores, encontrou o córrego Borá e parou em enorme planície. O século 19 ainda “engatinhava” nas suas primeiras décadas. A principal versão da história revela que Manoel chegou por volta de 1820 à região, que hoje abriga o município de Potirendaba. O desbravador veio provavelmente de Minas Gerais, assim como seus contemporâneos. Como a enorme gleba que descobriu não tinha dono, apossou-se de cinco mil alqueires. Não há registro da existência de índios. Se estivessem presentes, a entrada de Manoel não teria sido tão pacífica.
O desbravador trouxe para a propriedade os parentes, empregados e infra estrutura para tocar sua vida pessoal e profissional sem complicações. Uma década depois, no entanto, apareceu nas cercanias o sertanista João Antônio de Siqueira. Não houve crise. O senhor Ponciano vendeu a Siqueira parte de seu território, ou seja, 2.044 alqueires. Negócio fechado por 700 mil réis. De imediato, o novo vizinho tomou posse da terra e passou a residir na localidade com sua numerosa família. Ambos seguiram suas rotinas. Não há registro da chegada nessas paragens de outros moradores até o final do século 19. Enquanto isso, localidades do entorno e de toda a região começaram a ser ocupadas, povoadas e a se desenvolver.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
TRÊS CÓRREGOS  NASCE DA DIVISÃO DE TERRAS

No começo do século 20, precisamente em 1905, João Antônio de Siqueira, já com idade avançada, repartiu suas terras com os filhos. Cada herdeiro recebeu um quinhão. A atitude tem grande representação histórica. Afinal, a divisão ocasionou, por conseqüência, a formação da Vila. É, portanto, a pedra fundamental para a criação, mais tarde, de Potirendaba. O engenheiro Luiz Roncatti demarcou os novos lotes. Durante a partilha, ficou reservada área com 17 alqueires para a formação do Patrimônio da futura cidade. A única exigência: o padroeiro deveria ser Bom Jesus.

ORIGEM DO PRIMEIRO NOME
A Vila foi batizada de forma singela como TRES CÓRREGOS. A explicação para a escolha do nome é simples. A localidade é rodeada pelos córregos Água Espraiada, córrego Carrapateira e córrego Cascata. Detalhe: os três só foram registrados, como se conhece atualmente, após a criação do município. Não havia, porém, melhor opção.

VILA É FORMADA POR TRES NÚCLEOS HABITACIONAIS
A criação do Vilarejo tem uma característica pouco comum na história da maioria das cidades paulistas. Como as terras foram repartidas, não se formou apenas um núcleo habitacional, centralizado, mas três. O patrimônio de Bom Jesus é o principal. Estava previsto antes do desmembramento da propriedade. O comerciante José Contador comprou e loteou parte das terras. E fez a doação para o santo. De forma natural, a comunidade ergueu modesta capela, por iniciativa dos moradores João Lourenço de Siqueira e Manoel Bento. O patrimônio de Bom Jesus abriga a igreja que se tornou a mais imponente da cidade: a Matriz. Mas existem outros dois núcleos de igual importância. Foram repassados patrimônios para o Rosário (doação de João Francisco Pinto) e para Santo Antônio (família Manfredini). Cada um dos três lugares ganhou capelinha e pracinha.
A capela do Rosário, inicialmente erguida com simples tijolos, terminou demolida entre os anos de 1920 e 1925, para oferecer lugar a uma igreja maior.

PRIMEIRA CASA DO VILAREJO É DE PAU A PIQUE
A primeira casa do vilarejo surgiu em 1907. A construção tinha estrutura rudimentar, sem luxo: paredes de pau a pique, ou seja, criadas com bambu e barro, e cobertura de palha sapé. A mesma técnica utilizada se repetiu em outros exemplares. A escolha por esse modo se explica. As moradias foram levantadas dessa maneira simplesmente por falta de tijolos, em grande quantidade, nas cercanias. Havia dificuldade também para encontrar madeira serrada. Devagar, no entanto, começaram a aparecer residências de alvenaria. Com a instalação de olarias e de uma serraria, as obras foram facilitadas. Isso permitiu, inclusive, a criação de habitações com melhor qualidade. Uma etapa relevante do progresso. As primeiras edificações foram erguidas por José Rodrigues da Costa, o popular Carioca. Tinha autorização para fazer e, em seguida, vender os imóveis aos interessados. O povoado começou a ganhar forma.

O PRIMEIRO CEMITÉRIO
O primeiro cemitério do vilarejo funcionou na saída para Ibirá, na chácara do Lidubino, entre 1917 e 1918. O espaço era fechado com cerca de arame. Mas não durou. Sempre foi considerado temporário. Poucas pessoas foram sepultadas no local. O cemitério foi transferido para terreno onde fica o Parque Infantil. Houve, no entanto, divergência entre moradores e o Poder Público de Rio Preto. Corrente relevante de opiniões considerava o lugar impróprio, ou seja, perto demais do núcleo habitacional. Com diálogo e bom senso, escolheu-se um ponto mais afastado, para evitar qualquer risco de contaminação à população. O cemitério fica até hoje no mesmo lugar. Na época, os mortos, principalmente oriundos da zona rural, terminavam transportados enrolados em um lençol, preso em pedaço de pau. O embrulho devia ser carregado por quatro homens, em seus ombros. A situação melhorou quando Plínio do Nascimento, de Ibirá, instalou uma funerária no povoado. A empresa funcionou durante anos. A despedida dos mortos ficou, por consequência, mais humanizada.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
O povoado continuava seu desenvolvimento, e em 10 de Dezembro de 1919, através do Decreto Lei Estadual nº 1.676, o povoado foi elevado à categoria de Distrito de Paz, pertencente ao município de Rio Preto, com a denominação de Potirendaba. Data dessa época o seu maior desenvolvimento, graças aos esforços dos senhores José Oliva, Benedito Norberto Pupo, Benjamin Augusto Borges, Eugênio Cardoso de Toledo, José Bauab e outros. No desempenho de diversos cargos na subprefeitura, subdiretório e outras atribuições públicas, muitos concorreram (a despeito de sérias dificuldades), com a maior boa vontade e solicitude do Doutor Presciliano Pinto (chefe político influente em Rio Preto) e Victor Brito Bastos (Prefeito Municipal de Rio Preto) para a sua emancipação.

ORIGEM DO NOME ATUAL
O povoado ao ser elevado a condição de distrito, os legisladores por sua vez, esqueceram o nome original. A nova denominação determinada por eles foi: POTIRENDABA, que quer dizer “Coleção de Flores”. O nome, escolhido por sugestão do deputado Francisco Junqueira, de Ribeirão Preto, causou surpresa na população. Este nome tem origem na língua tupi-guarani. É resultante da junção das palavras potyra (flor) e rendaba (coleção), conforme dicionários especializados.

DESENVOLVIMENTO SÓLIDO LEVA A EMANCIPAÇÃO
O distrito ingressou na década de 1920, em franco desenvolvimento. A população crescia de forma exponencial, o comércio estava estabelecido de forma sólida e a produção rural tinha expressão em âmbito regional. Conforme recenseamento realizado em 1920, o distrito reunia 12.159 moradores, dos quais 11.579 residiam na zona rural e apenas 580 na área urbana. A maior do entorno, na frente de Ibirá (12.046 pessoas), Uchôa (10.043) e Cedral (6.094 pessoas). O Censo listou 264 prédios na área urbana, 56 na suburbana e 2.500 na rural. O estudo registrou que o distrito tinha três autoridades constituídas: Antônio Manfredini, subprefeito, Sebastião Guimarães Corrêa, oficial de registro civil, e Benedicto Norberto Pupo, subdelegado. Havia três médicos: Samuel Dutra, Luiz Guimarães Fernandes Ribeiro e Baldomero Seabra. Juízes de Paz: Pedro José Martins (fazendeiro), primeiro, Júlio Farinazzo (comerciante), segundo, e Manoel Dias Netto (fazendeiro) terceiro. Escrivão: Victor Benfatti. Tantos predicados em campos tão variados foram determinantes para o grande passo da localidade, na direção de sua independência: a emancipação política, econômica e administrativa da comarca de Rio Preto. Isso se tornou realidade com trabalho, dedicação e luta para a conquista deste objetivo. Participaram ativamente desse processo José Oliva, Benedicto Norberto Pupo, Benjamin Augusto Borges, Eugênio Cardoso de Toledo e José Bauab.

SOCIEDADE ITALIANA NASCE EM 1923
D tão representativa em Potirendaba, a comunidade oriunda da Itália fundou a Sociedade Italiana Dante Alighieri no dia 13 de maio de 1923. É o primeiro centro associativo da cidade. Um marco na cultura local. A Sociedade, cujo nome homenageia o respeitado escritor italiano, começou sua trajetória de forma representativa. Tinha nada menos que 200 associados. Número importante para os padrões da época. Os senhores Pio Lonardoni (Presidente), Luiz Grande (Vice-presidente) e João Casella (Secretário) formaram o esqueleto da diretoria inicial. Primeiramente funcionou em prédio alugado no Largo Bom Jesus. Em 1925, construiu se a sede própria no Bairro Santo Antônio. O prédio se tornou referência para os festejos, que ocorriam na cidade, pois continha salão de festas, palco e bar. Os carnavais antigos, envoltos com glamour e animação, tinham como endereço a Sociedade Italiana, que encerrou as atividades décadas mais tarde. Mas ninguém apaga sua história. Em seu tempo, tornou se referência cultural em toda a região.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 26 de Dezembro de 1925, através do Decreto Lei Estadual nº 2098, o distrito de paz foi elevado à categoria de Município, desmembrado do município de São José do Rio Preto. Sua instalação verificou se em 21 de março de 1926, constituído já com o Distrito de Paz de Potirendaba.

INSTALAÇÃO DA PARÓQUIA BOM JESUS
A paróquia de Bom Jesus, sede da Igreja, instalou se no coração de Potirendaba, oficialmente no dia 17 de fevereiro de 1927. As atividades religiosas, no entanto, já tinham sido iniciadas meses antes. Os registros da Igreja Católica revelam que o padre Álvaro Pereira Pinto recebeu a missão de ser o primeiro pároco. Permaneceu à frente da comunidade pouco mais de dois anos, até 6 de junho de 1929. O padre Antônio Luiz Castanheira é nomeado o segundo pároco. Festejos passaram a ser realizados todo dia 6, em louvor de Bom Jesus. Enquanto isso, as outras capelas também comemoram o dia de seus Padroeiros: Santo Antônio, no dia 13 de junho, e Nossa Senhora do Rosário, em 7 de outubro.

DIVERSIDADE É MARCA DA RELIGIOSIDADE
A vida religiosa de Potirendaba tem seus alicerces fincados na diversidade, ou seja, com a presença de variadas religiões. Essa característica se revelou importante na construção da pluralidade, tolerância e respeito. Nos registros históricos, consta a Igreja Católica como pioneira ao se instalar em Três Córregos, nos anos primários de existência da vila. A Igreja Batista de Potirendaba teve sua fundação na localidade no dia 21 de novembro de 1918, com atividades iniciadas na zona rural. Quase 11 anos depois, em 7 de setembro de 1929, mudou-se para a área urbana. A Congregação Cristã do Brasil também tem registros antigos em Potirendaba. Suas atividades começaram em 1933. Centros Espíritas, com finalidade doutrinárias e beneficentes, e casas de Umbanda sempre estiveram presentes. Há em funcionamento hoje Igrejas com as seguintes denominações: Congregação Cristã do Brasil, Igreja Batista, Assembleia de Deus, Igreja do Evangelho Quadrangular, Deus é Amor, Igreja Universal, Manancial, Testemunhas de Jeová, Igreja Mundial, Internacional da Graça e Brasil para Cristo.

REGISTROS DO HISTORIADOR - LINHA DO TEMPO
Em 1820, chega a esta região o desbravador Manoel Ponciano Leite. Uma década depois, chega o sertanista João Antônio de Siqueira. Em 1902, tem inicio as festividades em comemoração ao Santos Reis. A iniciativa foi do morador José Amorim, que coordenou a festa até o ano de 1915. Sucedido por Filisbino de Oliveira, que a coordenou até o ano de 1920. Em seguida o senhor Lourenço Siqueira cuidou dos festejos durante quase uma vida, entre 1920 a 1969. A festa do dia de Santos Reis é comemorada há mais de um século em Potirendaba. Em 1905, João Antônio de Siqueira, reparte suas terras com os filhos. A partir daí tem início a fundação do patrimônio que originou a cidade de Potirendaba.
A primeira casa do vilarejo foi construída de pau a pique.
Em 1909, chega o comerciante José Contador, que mais tarde, vem instalar a primeira farmácia da vila.
Em 1910, chega o italiano, oriundo da cidade de Nápoli, Antônio Amato que veio para lecionar música. De forma gratuita, mais de 500 pessoas receberam suas aulas.
Em 1911, Mário Ferraz, professor, é nomeado para a função conforme Ato nº 121, publicado no dia 4 de julho, no Diário Oficial.
Em 1916, começa a chegar na vila os primeiros imigrantes, sendo em sua maioria de italianos.
Em 1917 e 1918, começa a funcionar na vila, o primeiro cemitério.
Em 23 de março de 1918, através do Ato nº 28 é nomeado para o cargo de professora, Francisca de Freitas Viegas, para lecionar na escola mista. Em seguida, foram nomeados também, os professores Benedicto Corrêa, Antônio Salvitrano da Silva e Prescila Manfredini.
Em 21 de novembro de 1918, ocorreu a fundação da Igreja Batista de Potirendaba, com suas atividades sendo desenvolvidas na zona rural.
Em 1919, é destacado para atuar na vila, o primeiro soldado, cujo nome era Urgel.
Em 1919, havia ainda o cargo de subdelegado, exercido por José Maximiano de Carvalho, que foi substituído depois, pelo farmacêutico Benedito Norberto Pupo.
Em 10 de dezembro de 1919, a vila foi elevada a categoria de Distrito. Neste mesmo Ato, a vila tem seu nome alterado de Três Córregos para Potirendaba. Nesta ocasião foi instalado o 1º Cartório de Registro Civil, e o senhor Sebastião Guimarães Correa, foi nomeado como escrivão.
Em 25 de março de 1920, foi registrado o primeiro nascimento no distrito. Foi Pedro, filho do casal de portugueses, Manoel de Souza Dias e Rosa Marques.
Em 24 de abril de 1920, registrou-se o primeiro casamento, de Jayme Miranda e Amélia Emilia de Souza.
O primeiro óbito registrado foi de José Aparecido, filho de Lourenço Apreáfico e Maria Comba. A morte ocorreu na Fazenda Boa Vista mais conhecida como Córrego Coqueiral.
Na década de 1920, teve início às atividades do Cine Rio Branco, muito antes da emancipação da cidade e da chegada da energia elétrica.
Em 13 de julho de 1922, através de Decreto publicado no Diário Oficial, foi criada as Escolas Reunidas de Potirendaba. A primeira da cidade. As atividades foram iniciadas com 149 alunos.
Em 13 de maio de 1923, a comunidade oriunda da Itália, fundou a Sociedade Italiana Dante Alighieri. Foi o primeiro centro associativo da cidade. Tinha nada menos que 200 associados.  Pio Lonardoni foi seu primeiro presidente.
O senhor Felício Bauab, foi o primeiro Estafeta, espécie de carteiro de Três Córregos. Entregava encomendas, despachos e cartas. Sempre auxiliado pelo seu primo Elias Bauab, eles faziam este trabalho em toda a região, às vezes a cavalo, de Trole e depois de Jardineira.
Em 27 de março de 1926, o distrito de Potirendaba é elevado à categoria de Município. De forma indireta, ou seja, com votos apenas dos novos vereadores eleitos, Benjamin Augusto Borges, teve o privilégio de ser eleito o primeiro Prefeito de Potirendaba.
Em 17 de fevereiro de 1927, foi criada no município a Paróquia de Bom Jesus, no coração de Potirendaba. Teve como primeiro pároco o padre Álvaro Pereira Pinto.
Em 1927, é inaugurada a primeira Ponte do município. Ela foi erguida sobre o Córrego Água Espraiada e dava acesso a Rio Preto.
Em 7 de setembro de 1929, a Igreja Batista de Potirendaba, que até então estava instalada na zona rural,  muda-se para a área urbana da cidade.
Em 24 de maio de 1936, ocorreu o lançamento da pedra fundamental da Igreja Matriz de Potirendaba. Para erguer o novo prédio, a antiga capela foi demolida. Com inicio pelas mãos do padre Manoel San Jurjo, a obra durou oito anos para ser concluída. A igreja hoje é referência pela beleza e por suas torres.
Em 1950, ocorreu a chegada do Cine Lux, e marca o fim do Cine Rio Branco/Bom Jesus. A década de 1980 marca o fim dos cinemas. É o avanço da Televisão no País.

FRANCISCO RIVA - PRESERVA A HISTÓRIA DA CIDADE
Francisco Riva não é conhecido apenas pela sua destacada atuação no Lions Clube de Potirendaba. Esse morador de 81 anos é um verdadeiro memorialista. Seu acervo tem mais de 50 mil itens, entre fotos, documentos e objetos. Tudo começou quando tinha apenas 12 anos e ganhou no aniversário uma fotografia que mostrava a cidade em 1918, no dia do padroeiro. A partir de então, começou a guardar esses registros fundamentais para entender como o município surgiu e se desenvolveu. Garimpa muito material de relevo, mas também recebe os valiosos registros das próprias famílias. Elas confiam a Francisco a honra de guardar a memória de entes queridos. Virou um guardião da história. Francisco Riva nasceu em Potirendaba no dia 23 de abril de 1935. Na escola, criou um jornalzinho com outros alunos, intitulado “Inúbia” (significa corneta em tupi-guarani). Escreve regularmente artigos para jornais e revistas da região, sempre com viés histórico. Foi dono de posto de combustível e oficina, trabalhou com motores e ocupou o cargo de Coordenador Municipal de Cultura. Quando se fala em história de Potirendaba, o primeiro nome que surge é Francisco Riva.
Fontes:
Textos extraídos do Livro - A HISTÓRIA DE POTIRENDABA - 2017 - Serifa Editora.
Autor: Raul Marques - Textos da Obra.
Colaboração: Departamento de Cultura do Município
Fotos do Acervo Digital - Gentilmente cedidas por Francisco Riva.
Gentílico: Potirendabano
 

GALERIA DE PREFEITOS

 

BENJAMIN AUGUSTO BORGES 21/03/1926 à 31/12/1928
JOÃO LUCIO DE LIMA 01/01/1929 à 31/12/1929
BENEDITO NORBERTO PUPO 01/01/1930 à 31/03/1931
CAPITÃO ADONIAS MONTEIRO 01/04/1931 à 08/07/1932
DINO BENFATTI 09/07/1932 à 13/07/1932
ALBERTO SALLES A. LEITE 14/07/1932 à 24/07/1932
JOSÉ AFONSO AMATO 24/07/1932 à 21/10/1932
GABRIEL GOMES CRUZ 21/10/1932 à 31/12/1933
GERALDO RODRIGUES MONTEMOR 01/01/1934 à 30/05/1934
DOMINGOS WEB SALLUM 01/06/1934 à 30/09/1938
CARLOS MARQUES 01/10/1938 à 30/09/1942
DANILO GALEAZZI 01/10/1942 à 01/01/1943
ELOY ARANTES FERREIRA 02/01/1943 à 30/09/1943
GUERINO SINHORELLI 01/10/1943 à 31/12/1943
SAZUADOR TURANO 01/01/1944 à 26/04/1947
PASCHOAL CICERO 27/04/1947 à 31/12/1947
ACHILLES MALUEZZI 01/01/1948 à 31/12/1951
PASCHOAL CICERO 01/01/1952 à 31/12/1955
JOSÉ AFONSO AMATO 01/01/1956 à 31/12/1959
DR. LUIZ ANTÔNIO M. COLOMBO 01/01/1960 à 31/12/1963
JOSÉ AFONSO AMATO 31/01/1964 à 31/01/1969
DR. LUIZ ANTÔNIO M. COLOMBO 01/02/1969 à 31/01/1973
ANTÔNIO LANÇA 01/02/1973 à 31/01/1975
AMÉRICO GARCIA DIAS 01/02/1975 à 31/01/1977
DR. JOSÉ MAC DONALD AMATO 01/02/1977 à 09/04/1978
AGENOR ZANI 10/04/1978 à 31/02/1983
AMÉRICO GARCIA DIAS 01/02/1983 à 31/12/1988
DR. JOSÉ LUIZ FRANZOTTI 01/01/1989 à 31/12/1992
JOSÉ AUZILIO BOTARO 01/01/1993 à 31/12/1996
DR. JOSÉ LUIZ FRANZOTTI 01/01/1997 à 31/12/2000
DR. JOSÉ LUIZ FRANZOTTI 01/01/2001 à 31/12/2004
DR. CARLOS ADALBERTO RODRIGUES 01/01/2004 à 31/12/2008
DRA. GISLÂINE MONTANARI FRANZOTTI 01/01/2009 à 31/12/2012
DRA. GISLÂINE MONTANARI FRANZOTTI 01/01/2013 à 31/12/2016
FLÁVIO DANIEL ALVES 01/01/2017 à 31/12/2020
 

OBS.: O Sr. BENJAMIM AUGUSTO BORGES, foi o primeiro Prefeito de Potirendaba.

 

ATRAÇÕES TURÍSTICAS

 

FESTA DE SANTOS REIS É SECULAR
A festa de Santos Reis é a expressão cultural, religiosa e social mais antiga de Potirendaba. É promovida, de forma continuada, há mais de um século. Foi realizada pela primeira vez na fazenda Três Córregos, no longínquo ano de 1902. Com simplicidade, poesia e beleza, a peregrinação de Santos Reis mostra, com seus cânticos característicos, a viagem e a adoração dos Três Reis Magos (Belchior, Baltazar e Gaspar) ao menino Jesus em Belém. Há músicas de saudação, agradecimento e louvor. Os foliões, como são chamados os integrantes das companhia, usam roupas estampadas e cobrem os rostos com máscaras. Cantam e dançam ao som de diversos instrumentos musicais. A festa, em 6 de janeiro, ganhou proporção e tem como endereço, o bairro rural GUAJUVIRA. Quase dez mil pessoas participam de cada edição, que além de assistirem as apresentações típicas, ainda participam de almoço oferecido pelos organizadores. A bandeira passa por centenas de moradias. Um momento grandioso de fé.

 

 

 

 





Acervo Digital

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