SANTO EXPEDITO

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SANTO EXPEDITO - Flórida Paulista




Memorial

SANTO EXPEDITO
SANTO EXPEDITO
Flórida Paulista

Prefeitura Municipal de Santo Expedito

Avenida Barão do Rio Branco, 472
CEP: 19190-000
Fone: (18) 3267-1122
Site: www.santoexpedito.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
A história do município de Santo Expedito tem inicio nos idos de 1943, quando chegaram à região os senhores Joaquim José dos Passos e Arthur Bispo de Oliveira. Com eles vieram várias famílias em busca de novas perspectivas de trabalho e de melhores condições econômicas. A região ainda era de certa maneira hostil, não obstante à proximidade dos povoados de Alfredo Marcondes e Álvares Machado, os senhores Joaquim José dos Passos e Arthur Bispo de Oliveira foram de fato os pioneiros e desbravadores da região, onde hoje está instalada a cidade de Santo Expedito.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Cinco anos depois da fixação das primeiras famílias,mais precisamente, no dia 26 de abril de 1948, foi fundado o Povoado de Santo Expedito, pela Companhia Colonizadora denominada CIAMPOLINO & BRAGA sob a responsabilidade do senhor Carlos Pavanhos Braga, que nesta data, já havia fincado suas raízes no Oeste do Estado de São Paulo. Com a Companhia, inúmeras famílias fizeram com que o povoado progredisse cada vez mais.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 24 de dezembro de 1948, através do Decreto Lei Estadual nº 233, o povoado foi elevado à categoria de Distrito, pertencente ao município de Alfredo Marcondes. Após ser elevado a distrito, o povo de Santo Expedito analisou a situação como de grande responsabilidade e continuou fazendo o povoado progredir, tanto em número, quanto em comércio. Em dez anos, aquele pequeno conglomerado de casas cresceu e deu condições de uma existência razoável a sua gente, com abertura de novas escolas, atendimento médico, orientação sanitária, sem contar a evolução.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 1958, Santo Expedito obteve a tão sonhada Emancipação Política. O Distrito de Santo Expedito foi elevado à categoria de Município, através do Decreto Lei Estadual nº 5121, de 31 de dezembro de 1958. Foi seu primeiro Prefeito, o senhor Virgínio Cabral, tendo como Vice-Prefeito o senhor José Ferreira de Lima. O período do primeiro mandato foi de 1º de janeiro de 1960 a 31 de dezembro de 1963. Sucedeu a essa Administração, o senhor Bartolomeu José dos Passos como Prefeito, e como Vice o senhor Manoel Pereira César, os quais governaram, de 1º de janeiro de 1964 a 31 de dezembro de 1969.

ORIGEM DO NOME
O nome SANTO EXPEDITO, que o município ostenta, tem na sua origem uma incógnita. Antes de denominar-se assim, o povoado chamava-se Vila CIAMPOLINO & BRAGA. Supõe-se que é devido ao grande número de nordestinos que afluíram à região, pois sendo Santo Expedito, um dos Santos mais queridos dos nordestinos. Entretanto não passa de suposição, pois mesmo os moradores mais antigos não tem lembrança de como Santo Expedito tornou-se o padroeiro da cidade.

BIOGRAFIA - SANTO EXPEDITO
Santo Expedito foi martirizado na Armênia. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o domínio do Imperador DIOCLESIANO, que subira ao trono de Roma em 284. Ele levava uma vida devassa, mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou CRÁS...! CRÁS...! CRÁS...!palavra de origem latina que quer dizer: AMANHÃ...! AMANHÃ...! AMANHÃ...!Isto é, deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão! Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Que quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já! É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo. No Brasil, sobretudo, Santo Expedito é invocado nos negócios e dificuldades da vida. Ficou conhecido como o “Santo das Causas Urgentes”. Santo Expedito não adia seu auxílio para amanhã. Ele atende sua ajuda hoje mesmo, ou na hora em que precisamos de sua ajuda. Mas ele espera que também nós não deixemos para amanhã nossa conversão. A tradição apresenta Santo Expedito como sendo o chefe da 12ª Legião Romana, cognominada FULMINANTE: nome dado em memória de uma façanha que se tornou célebre. Essa legião localizava-se em MELITENE, sede de uma das províncias romanas da Armênia. Era formada em sua maioria por soldados cristãos, sendo sua função primordial defender as fronteiras orientais contra os ataques dos bárbaros asiáticos. Santo Expedito destacou-se no comando dessa legião, por suas virtudes de cristão e de chefe ligado a sua religião, a seu dever, à ordem e à disciplina.

REGISTROS DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO
Relato histórico do pioneiro Joaquim José dos Passos – Eu e minha esposa Eulina, e mais os nossos quatro filhos, chegamos a Santo Expedito no dia 19 de abril de 1943. Tivemos muita coragem de enfrentar uma mata que só tinha animais selvagens. Minha casa foi construída de coqueiros e coberta de tabuinha de cedro. Montei uma venda onde fornecia produtos de primeira necessidade a todos os moradores que só pagavam nas safras das lavouras. Era uma gente muito boa, nunca perdi um centavo com ninguém. Não havia água no local, apenas um pequeno córrego um pouco distante. Mandei cavar um poço, que ficou tão fundo que não se via o fim. A água chegou por acaso, depois de três anos abandonado. Começaram a chegar caçadores e homens para derrubar a mata. De início, derrubaram a mata que ia de minha casa até onde foi construída uma Igrejinha, com ajuda de Eulina, minha esposa e dos poucos moradores. Era uma capelinha de madeira que um dia chegou até a cair com um temporal. Dona Eulina colocou lá uma imagem de Santo Expedito. Meu filho Lourival foi à primeira criança a nascer neste lugar, que passou a se chamar Vila “CIAMPOLINI BRAGA” que era o nome do administrador da fazenda de propriedade de uma senhora viúva. Ele tinha um secretário que se chamava Dirceu. O senhor Olinto Nogueira de Castro tem muita história pra contar lá no céu. Ele era um baiano muito inteligente, gente muito boa. Cumpriu muito bem e com dignidade a tarefa que Deus lhe deu aqui na terra. Gostava de contar contos e falava sobre tudo. Conhecia sobre política de vários países e gostava de falar sobre Rui Barbosa. Era um verdadeiro amigo. Ele foi a segunda pessoa a vir morar aqui. Ele era motorista de uma jardineira que ia até Álvares Machado, e logo depois até Presidente Prudente. A estrada era terrível e nos dias de chuva era muito pior, só tinha lama e barro. As pontes e tudo virava um mar de lama. Quando o tempo estava bom à viagem de jardineira durava três a quatro horas até Álvares Machado. Mas quando chovia muito era pior. Caiam as pontes e a jardineira atolava e terminava sempre se quebrando. Fiquei muitas vezes em Álvares Machado dez dias ou mais sem poder voltar, pois não passava nem carroça. O senhor Artur Ferreira Bispo foi o terceiro morador. Ele montou uma sorveteria. Depois veio o quarto morador, senhor Domingos de Carvalho que era sitiante. E o patrimônio, como era chamado, ia crescendo cada vez mais tal como um fermento. O vilarejo logo passou a se chamar Santo Expedito, porque a senhora Eulina era muito religiosa e, também por termos chegado no dia dele, 19 de abril. Tudo nesta cidade era alegria. Todo dia era dia de festa, muita gente chegando, cada vez mais pessoas felizes por terem encontrado uma terra rica e abençoada onde tudo que se plantava dava com abundância. Começou um grande movimento na cidade de pessoas chegando e caminhões saindo carregados com toras de madeira. Vinha gente de todos os estados. A cidade parecia até um garimpo. Mais e mais pessoas vinham chegando, caso dos senhores Antônio Gomes Patriota, Bartolomeu José dos Passos, com lojas de tecidos, e Silvio Merchiolli. Nesta mesma época foram instaladas a primeira Agência dos Correios e um serviço de Alto falante que alegrava a cidade com suas músicas sertanejas. O senhor Cristiano Pereira Xavier, fundou a primeira pensão. Ele foi uma das pessoas que mais trabalhou para que Santo Expedito chegasse a Emancipação Política e Administrativa. A primeira farmácia foi implantada pelo senhor Valter Colnago, e a segunda pela senhora Eulina. Havia também um japonês que tinha uma serraria onde o senhor Alfredo de Deus trabalhou por uns tempos. O cinema local também foi fundado naqueles tempos, por um imigrante japonês conhecido como “SeoChimoso”. O primeiro açougue foi montado por José Alencar, que chegou nesta mesma época. Já o primeiro Cartório era do senhor Roque Ardevino, tendo como secretária a senhora Maria Laís Martins. O primeiro Escritório de Contabilidade foi fundado pelo senhor Aldo José da Silva. O primeiro sapateiro foi o senhor José Roque Mazzini. Destacouse como os pioneiros no comércio e nas propriedades rurais os senhores: José Alagoano, Américo Calneto, João Alves Amorim, José Mineiro, Amaro Ponciano Coelho, Cícero Bezerra, José Bezerra da Silva, Alfredo de Deus, José Deca, José Teixeira, Miguel Moisés, “Nózinho”, família Becegato, família Bernardelli, Geraldo Verge, Osvaldo Alves, Alencar João Aurélio, José Florentino, Gerson Florentino, Fenito Coimbra, TashiroFunada, José Tanaka, José Cristino, Ozéias Rezende, João Batista da Silva. Todas essas famílias chegaram aqui, nos primeiros anos da fundação da cidade que chegou a ter 14 mil habitantes. O senhor Manoel Antônio dos Santos, o Mané pedreiro, como era chamado, foi quem construiu a Igreja, tendo como ajudante, o senhor José botinha, seu irmão.

A LUTA PELO DESENVOLVIMENTO
Até o ano de 1958, Santo Expedito era um verdadeiro paraíso. Depois desta data, houve uma crise financeira que derrubou muita gente. O algodão que era a maior fonte de renda dos moradores passou a não ter valor. Ninguém conseguia vende-lo pelo seu preço real. Houve uma quebra quase que total. Os moradores começaram a vender suas terras, suas propriedades e se mudando da cidade em busca de outras terras prometidas. Era de fazer pena ver tanta gente se mudando da cidade sem ter o que fazer e sem ter como viver... Hoje a cidade vive mais de criação de gado. As pessoas que sobreviveram, formaram fazendas, estudaram seus filhos, e hoje tem muitos doutores que se orgulham de serem filhos de Santo Expedito. A população porem diminuiu. Hoje restam somente 2.800 habitantes. Mas Santo Expedito é um Santo forte, e aos poucos seus filhos com muita alegria, estão voltando a esta terra abençoada.

A PRIMEIRA PADARIA
O senhor José Pinheiro quando aqui chegou com sua família, trazia na bagagem um sonho de, como comerciante, ajudar no progresso da cidade. Vindo da grande São Paulo, José e sua esposa Márcia, optaram por um setor carente no município, quando a população só tinha acesso ao pão que era produzido em Alfredo Marcondes e trazido para Santo Expedito três vezes por semana. Surgia então a Panificadora Pinheiro, na Avenida Barão do Rio Branco, por acreditarem em Santo Expedito e sua gente. A preocupação pelo cliente, em oferecer produtos de qualidade e dentro de todo o rigor de higiene, ajudou na ampliação da Panificadora. Tinham que se instalar em local mais moderno e que oferecesse melhores condições a seus clientes. Adquiriram um terreno e construíram um prédio dentro dos padrões das panificadoras modernas.

A PRIMEIRA FARMÁCIA
A senhora Eulina Ramos Passos era farmacêutica na cidade de Santo Expedito, desde 1950. Ela juntamente com Joaquim dos Santos Passos, seu marido, foram os fundadores do lugarejo no ano de 1942. Sua filha diz que, a mãe trabalhava juntamente com o pai num armazém de secos e molhados de sua propriedade. Em 1950, tornouse oficial emfarmácia e, desde então, realizou o seu grande sonho: curar, principalmente pessoas carentes. Sua missão era salvar vidas sem medir esforços físicos ou financeiros. Ela nunca procurava saber se as pessoas que estava em suas mãos tinham ou não com o que pagar. Ela só almejava a cura da pessoa. Sempre guiada pelo Espírito de Deus, seus doentes ficavam totalmente curados. Sua farmácia era um verdadeiro hospital, sempre lotada com doentes de todo o tipo, para ela não existia doença incurável, Deus era o seu guia. Sem a ajuda de nenhum médico, pois nesta época não havia médico em Santo Expedito. Trabalhava sem descanso, durante o dia e a noite também. Eram raras as noites em que não apareciam doentes batendo a sua porta. E sempre se dedicando aos pobres com muito carinho. Enfrentou casos graves de doenças. Chegavam a sua casa famílias doentes de toda a região com problemas seríssimos. E ela sem um médico para se responsabilizar enfrentava tudo e todos com muita coragem e muita fé em Deus. E Deus esteve sempre do seu lado e nunca a deixou só um minuto sequer. A nossa casa virava uma enfermaria, com crianças, adultos e velhos internados. Tomavam soro, recebiam alimentação adequada e cuidados vinte e quatro horas por dia. Muitas crianças estavam em estado grave, com pneumonia, desidratação, febre e convulsões. E só saíam quando estavam completamente curados e fora de perigo. E tudo isto feito com amor, pois à maioria eram pobres e não podiam pagar. Quantas e quantas vezes chegavam à farmácia pessoas carregadas que caíam na rua com dor no peito, sem poder respirar, os olhos parados, pareciam mortos. Uma hora depois saiam andando como se nada tivesse acontecido. Quantas pessoas envenenadas com agrotóxicos foram socorridas. Nas épocas de queimadas das roças, queimavam-se também os barracos que abrigavam os pobres trabalhadores e quantas e quantas crianças chegavam com o corpo quase que totalmente queimadas. Era terrível ver aquilo. Eu, que ajudava minha mãe, ficava sem acreditar no que estava vendo. Essas crianças eram tratadas e curadas totalmente de graça. Pois não tinham com o que pagar. Minha mãe tratava de todos os problemas ginecológicos das senhoras da cidade e nunca perdeu um caso sequer para nenhum médico. Lancetava tumores, fazia pequenas cirurgias, socorria senhoras com partos difíceis nos sítios, nas roças, sem nenhum conforto, quase que no escuro totalmente, só com luz de lamparina. Uma vez implantou um pé de uma senhora que cortando lenha na roça com um machado, cortou o pé na altura do tornozelo. O corte era profundo, quase separando o pé. Minha mãe rezava muito, mas nesse dia rezou como nunca. O sangue esguichava sem parar. E Deus que sempre esteve à seu lado, àsocorreu mais que depressa. Ela enfaixou o pé desta senhora, recomendou que fizesse repouso, e que voltasse dentro de três dias. No terceiro dia esta senhora voltou, e quando foi tirada a faixa, eu não acreditava no que estava vendo. O pé estava perfeitamente curado. “Minha mãe tinha as mãos santas”. Todos os doentes que passavam pelas suas mãos, ficavam curados. A ajuda de Deus era grande! Se eu for contar tudo o que se passou nesta farmácia, eu precisava escrever um livro. A maior alegria de minha mãe era curar um doente. Podendo ou não pagar, para ela era a mesma coisa. A alegria era a mesma. Ainda existem pessoas nesta cidade que podem testemunhar tudo isto que escrevi e muito mais. A senhora Eulina Ramos Passos faleceu em 1991. Morreu pobre, mas nos deixou uma grande herança. Um exemplo de vida. Tenho certeza de que ela esteja onde estiver, continua curando, pois esta sempre foi e sempre será a sua grande missão.
Gentílico: Expeditense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

VIRGINIO CABRAL DA SILVA 01/01/1960 à 01/04/1960
JOSÉ FERREIRA DE LIMA 02/04/1960 à 28/09/1960
VIRGINIO CABRAL DA SILVA 29/09/1960 à 31/12/1963
BARTOLOMEU JOSÉ DOS PASSOS 01/01/1964 à 14/10/1968
JOSÉ CAMIONI BERNARDELLI 15/10/1968 à 31/11/1968
BARTOLOMEU JOSÉ DOS PASSOS 14/11/1968 à 31/01/1969
NILO MAZINI 01/02/1969 à 30/01/1973
VALFRIDO CAUNETO 31/01/1973 à 31/01/1977
NILO MAZINI 01/02/1977 à 31/01/1983
VALFRIDO CAUNETO 01/02/1983 à 31/12/1988
VIRGINIO CABRAL DA SILVA 01/01/1989 à 31/12/1992
CLAUDIO BERNARDELLI RÊGO 01/01/1993 à 23/08/1993
MILTON REZENDE 24/08/1993 à 31/12/1996
VIRGINIO CABRAL DA SILVA 01/01/1997 à 31/12/2000
MOISÉS FERREIRA FERNANDES BELLOTO 01/01/2001 à 31/12/2004
MOISÉS FERREIRA FERNANDES BELLOTO 01/10/2005 à 30/09/2007
CARLOS ALBERTO FLORENTINO DE OLIVEIRA 01/10/2007 à 31/12/2008
CARLOS ALBERTO FLORENTINO DE OLIVEIRA 01/01/2009 à 31/12/2012
IVANDECI JOSÉ CABRAL 01/01/2013 à 31/12/2016
IVANDECI JOSÉ CABRAL 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS.: O Sr. VIRGINIO CABRAL DA SILVA, foi o primeiro Prefeito de Santo Expedito.




Acervo Digital

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