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TRABIJU - São João de Iracema




Memorial

TRABIJU
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São João de Iracema

Prefeitura Municipal de Trabiju

Rua José Letizio, 556
CEP: 14935-000
Fone: (16) 3349-9200
E-mail: gabinete@trabiju.sp.gov.br
Site: www.trabiju.sp.gov.br

 

 

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
A história de Trabiju começa quando chegam à região dois irmãos e suas famílias. Eram eles Firmino e Generoso Braga. Eles nasceram na região da Serra de Boa Esperança, que fica entre o centro e o sul do Estado de Minas Gerais. Firmino era casado com Afrosina, e Generoso com Generosa. O senhor Firmino,´pretendia criar bois, e Generoso desejava se dedicar à cafeicultura. Assim dividiram as terras. Firmino foi o fundador do município de Boa Esperança, que até 1996, tinha Trabiju como distrito. Os dois irmãos tiveram sucesso em suas empreitadas. Boa Esperança transformou-se num grande centro produtor de gado, e Trabiju tornou-se um acentuado produtor de café. Generoso construiu umabela sede para sua fazenda com amplas janelas, portas e diversos quartos. Firmino entrou para a política. Seu filho, Marcelino Braga, foi prefeito várias vezes, e era amigo do Presidente da República, Washington Luiz.

ORIGEM DO NOME
O nome de Trabiju tem três versões. Uma delas derivada do tupi guarani, que significa monte guia. O outro diz respeito à vinda para esta região de uma família de fazendeiros, que gostava muito do local e o chamou de “trèsbijou”, que significa muito bonito. Mas a versão mais correta quem a trouxe foi Cyro Resende, dono da Douradense Estrada de Ferro. Ele precisava encontrar um lugar para fazer um grande pátio de manobras e um centro de armazéns. Escolheu o local, que fazia parte da Fazenda Três Barras, de propriedade de Generoso Braga e família. Como fez sua fortuna na Fazenda Trabiju, no Vale do Paraíba, que existe até hoje, resolveu colocar o nome de Trabiju, para que lhe desse tanta sorte quanto teve em Pindamonhangaba.

O RAMAL DE DOURADO
Em 1903, a Douradense chegou a Trabiju num ramal derivado de Dourado, e em 1933, em bitola de um metro, fez a ligação com Dourado. A essas alturas,Trabiju era o maior centro ferroviário da região, perdendo apenas para Araraquara. De Trabiju partiam trens para mais de 30 localidades. A desativação ocorreu no início de 1971. A falta de carga e de passageiros levou o Governo do Estado, a suprimir os principais ramais ferroviários e muitas ferrovias foram extintas.

INÍCIO DA CONSTRUÇÃO DA ANTIGA ESTRADA DE FERRO
O Decreto nº 622, de 02/12/1898 - concede ao cidadão senhor Cyro Marcondes de Rezende, a licença para construção e exploração de uma Estrada de Ferro de Ribeirão Bonito à Vila Dourado. O Decreto nº 1667, de 25/09/1908 - autoriza o alargamento de bitola entre Ribeirão Bonito e Trabijú. O Decreto nº 1860, de 26/04/1910 - autoriza a construção da linha que, partindo do ponto mais conveniente, na linha Bocaina e Bariri, termina em Jahú, e em Ayrose Galvão. O Decreto nº 8104, de 28/06/1910 - aprova a construção entre Ibitinga e São José do Rio Preto. Em 06/12/1935 – é aprovada a construção da linha entre Itápolis e Novo Horizonte. - estes dois últimos decretos não chegaram a se concretizar, e a ligação para Ayrose Galvão, também não. A Companhia Douradense tencionava unir suas linhas com aNoroeste, na região de Penápolis, e a Estrada de Ferro Sorocabana, para poder ter um acesso ao porto de Santos (Via Mayrinque).

HISTÓRICO DA LINHA
Em maio de 1894foi entregue o ramal de Ribeirão Bonito pela Cia. Paulista, saindo da estação de São Carlos, no tronco, e com ponto terminal em Ribeirão Bonito, em bitola métrica. Em 1900, a Cia. Estrada de Ferro do Dourado (Douradense) abriu uma linha que unia Ribeirão Bonito a Dourado, com bitola de 60 cm. Em 1910, o tronco da Douradense atingiu Ibitinga e sofreu modificações, aumentando-se a bitola para métrica e alterando a ligação Ribeirão Bonito-Trabiju, colocando a estação de Dourado como ponta de um curto ramal. Somente em 1939, a Douradense prolongou a linha, chegando até Novo Horizonte. Em 1949, a Paulista adquiriu a Douradense, adicionando a sua linha-tronco ao ramal de Ribeirão Bonito, que agora ligaria São Carlos a Novo Horizonte diretamente. Em 1966, a linha entre Ibitinga e Novo Horizonte foi suprimida, e em 03 de janeiro de 1969, todo o ramal de Ribeirão Bonito foi desativado. Os trilhos foram retirados pouco tempo depois.

A ESTAÇÃO DE TRABIJU
Há controvérsias quanto à data de inauguração de Trabiju, aberta pela E. F. Dourado. Algumas fontes afirmam ter sido em dezembro de 1900, outras (Cia. Paulista), em 1903. Esta última é a data mais provável, pois a linha chegou a Dourado no final de 1900, e somente em maio de 1903, foi aberto o prolongamento que passava por Trabiju e chegava a Boa Esperança. O nome teria vindo da expressão muito usada por engenheiros franceses da ferrovia, “tresbijou” (muito bonito). De qualquer forma, esta data seria a da inauguração da estação original, visto que, em 1910, a estação, com o aumento de bitola e remanejamento da linha que vinha de Dourado, teve o seu local alterado, e um novo prédio teve de ser construído. Trabiju passou a abrigar as oficinas da Douradense. A estação de entroncamento em Trabiju, um edifício bem acabado, e com cômodos para hotel-restaurante está pronta e vai servir desde já (...).A antiga estação de Trabiju, foi transformada em moradia de empregados, e o armazém em depósito de materiais de locomoção (Relatório da CD, de 31/05/1910, pág. 7). Dessa estação primitiva, demolida, somente sobra hoje uma caixa d'água subterrânea. A partir desse ano, a estação passou a ser o ponto de saída dos ramais de Dourado e de Bariri. A estação de Trabiju tinha duas quilometragens, nos livros da Dourado: uma (33,995), era a original e correspondia, até pelo menos 1933, ao trajeto feito via Ferraz Salles, Dourado e Santa Clara,para chegar a ela, mesmo que, a partir de 15/11/1924, com o alargamento da bitola de 60 cm, para métrica no trecho entre Dourado e Trabiju, a linha tivesse bitola diferentes para esse trajeto. Realmente, bastante confuso. A outra quilometragem considerava o trecho Ribeirão Bonito-Sampaio Vidal-Trabiju, e correspondia a 20,177. (Relatório da CEFD, 1929). Em Trabiju foi construído em 1929 um armazém regulador de café. Em 1949, a estação passou a integrar a rede da Cia. Paulista. A estação de Trabiju foi desativada em 1969, embora os dois ramais que saíam dela já houvessem sido extintos três anos antes. Em 1997, Trabiju tornou-se município. O prédio da estação hoje abriga a Prefeitura, o Correio e a Câmara Municipal. Já o velho armazém, do outro lado da rua, depois de servir como clube, desabou.

A CAPELA DE SANT’ANA E SÃO BENEDITO
Por meados de 1910, foi construída uma Capela em louvor a Sant`Ana e São Benedito, que são os padroeiros dessa Freguesia.
Na frente da Igreja, fica a imagem de Nossa Senhora de Sant`Ana. O terreno da Praça José Braga, onde se localiza a Igreja, foi doada pelo senhor Urias Braga e sua esposa Ana Luiza Braga, que posteriormente, após a construção da Capela, doou a imagem de Nossa Senhora deSant`Ana, que veio em procissão do sitio Santa Isabel de sua propriedade. Os patrocinadores da construção da Capela foram os senhores, José Francisco Correia (antigo dono da fazenda Mathias), João Ferreira Rosa (chefe da estação da Cia Douradense) e Manoel Rodrigues Fonseca (funcionário da Cia Douradense e pai do Vardão). Quem deu inicio a construção da Capela foi o senhor Marcilio da Silva Guerra, que contou com a ajuda, na época, de moradores de Trabiju, em cuja pesquisa não foi possível localizar seus nomes. Por volta de 1933, foi construída na parte dianteira da Capela a torre dos sinos, e o relógio. Em 1934, foram instalados dois sinos, com as seguintes inscrições:- Sant`Ana - Trabiju 1934, e  São Benedito - Trabiju 1934.
Ambos fabricados pela Grande Fundição de Sinos Ângelo Angelli de São Paulo, capital. Na construção da capela, as paredes internas foram ornamentadas por algum artesão, que não consegui descobrir o nome, enfim, por ocasião de alguma reforma, foi tudo coberto de tinta. Internamente temos diversas imagens de Santos, a saber:
- São Benedito, (doada por Sebastiana Braga Tavares).
- Santa Isabel (doada por Isabel Braga, mãe de Ary Braga).
- Santa Rita de Cássia (doada por Rita Guerra Fonseca, mãe do Vardão, e filha do construtor - Marcelino Guerra). Também as imagens de São Judas Tadeu, São José, Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Santa Terezinha, eSagrado Coração de Jesus.
As portas da igreja são de madeira de lei e os vitrais são coloridos. Em setembro de 2003, foram doados pelos senhores Ary Benedito da Silva Braga e Luís Américo Muniz, os Bancos novos da Igreja. Em julho temos a festa de Sant`Ana e, em outubro a de São Benedito. Nessas festas temos diversas barracas, sendo que a mais que se destaca é a barraca das comidas e pratos típicos. Na época da construção da capela, em algum pilar, existe uma caixa aonde cada fiel deixou um lembrete ou alguma oração, que foi incorporada a construção. As primeiras missas foram realizadas pelo Padre Rice Caetano, da paróquia de Boa Esperança. Na parte externa da capela, existe uma gruta que foi construída pelo senhor Ary Braga, e ajudado nessa empreita, por Antônio Nascimento, pelo Natim e o Fuia. A construção dessa gruta, é datada de 11 de fevereiro de 1958, e foi devida a devoção as Santas, Nossa Senhora de Lourdes e  Santa Bernadete. As imagens de ambas estão na gruta. O idealizador da gruta, foi o senhor João Nogueira. Nessa pesquisa, tive como ajuda dessa história, as seguintes pessoas: Senhora Benedita Antônia de Jesus (Dona Ditinha), Senhor Antônio Letício, Padre Henrique Napoleão Pongeluppe e a Senhora Maria José da Silva Braga (Dona Maju).
Pesquisa realizada por: Gregor Mogilewsky.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em22 de junho de 1934, através do Decreto Lei Estadual nº 6509, o povoado foi elevado a categoria de Distrito, com a denominação de Trabiju, pertencente ao município de Boa Esperança. Hoje, Boa Esperança do Sul.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 27 de dezembro de 1995, através do Decreto Lei Estadual nº 9330, o Distrito é elevado à categoria de Município, com a denominação de Trabiju, desmembrando se do município de Boa Esperança do Sul. Sua instalação verificou se em 01 de janeiro de 1997.

A CASA DA DONA BENTA MARCONDES
Comprada em 04 de julho de 1956, a renovada casa da família Marcondes, já fora em outrora uma antiga construção da época da extinta linha férrea. O imóvel pertencia á família Cossate. Quando a adquiriu, o senhor Adolfo Marcondes, era funcionário da fazenda Pedra Branca, cujo patrão, o senhor Totó Filpi, fora prefeito do município vizinho. Era uma casa de saibro, depois reforçada de tijolos e telhas francesas, tendo a sua estrutura modificada. Ladrilhos de pedra foram substituídos por piso frio. A casa ainda pertence á uma chácara  de aproximadamente 2000 metros  quadrados, tendo 40 metros de frente para a saída da vila de Trabiju, assim chamada antigamente, mais 50 metros de fundo e o restante  em um longo terreiro rodeado de plantações. Hoje a casa sofre com rachaduras provocadas pelos caminhões de cana de açúcar que passa em frente durante a safra. Por essa razão, a sua revitalização foi imprescindível. Ainda na sua época de ouro contava com fogão à lenha, forno a lenha, cabideiro com lâmpadas e cristaleira do início do século. Do jardim de rosas que imperava entre margaridas e dálias, e do banco de madeira, só restou saudade de um passado não tão distante, que basta que um dos 9 irmãos crescidos ali, fechar os olhos para lembrar com riqueza de detalhes as brincadeiras saudosas de mais uma história que ajuda a formar a pequena cidade de Trabijú.
  
BENEDITO SEVIÉRO – O GRANDE COMPOSITOR DE “A BOATE AZUL”
Das composições de Benedito Seviéro, destacam-se os seus sucessos mais recentes: “Espuma da Cerveja” (1981) com Gian e Giovani -  Mulher Boa” (2000) com Teodoro e Sampaio, -  Grupo Tradição, e o Grupo Dois a Um -  Meu Amor Fugiu de Mim” (1998) com Juliano Cézar e com Jad e Jéferson -  Som de Cristal” (1984) com Joaquim e Manoel , Grupo Tradição (esta música também foi gravada em Portugal e na Espanha)   “BOATE AZUL” (1981) de Benedito Seviéro e Tomás, seus criadores foram Joaquim e Manoel, sendo regravada por mais de trinta vezes por : Bruno e Marrone, - Matogrosso e Mathias, -  César Menotti e Fabiano, -  Galvão e Gallati, -  Marcelo Costa, -  Almir Rogério e vários outros, (essa música também foi regravada em vários outros países). A música “Boate Azul” foi escrita em novembro de 1.963, mas devido à ditadura militar, a música foi censurada, e proibida sua comercialização, sendo liberada só em 1980, no final do regime militar. Benedito Seviéro compôs também, na década de 1950, uma música intitulada “A Igrejinha da Serra”, contando a história de uma das missões que levou, em procissão, uma cruz de madeira a ser fincada num morro próximo à Trabiju, cidade onde nasceu.

TRABIJU FUTEBOL CLUBE “PANTERA DOURADENSE”
A história do futebol mostra que na década de 1950, o TRABIJU FUTEBOL CLUBE conhecido por Pantera Douradense, tinha uma equipe poderosa e praticamente imbatível. O verdadeiro esquadrão da época protagonizou jornadas memoráveis, lembradas com muitas saudades. A Pantera Douradense,era a alegria das tardes de domingo, quando fazia sua fanática torcida vibrar com as sonoras goleadas aplicadas nos adversários, principalmente nos jogos em seu domínios,pois dificilmente perdia quando atuava de casa.

A JOIA VOLTOU A BRILHAR
No inicio do século, a implantação da Estrada de Ferro Douradense, no centro do Estado de São Paulo, atrai trabalhadores de todos os cantos do Brasil e, principalmente imigrantes estrangeiros em busca de oportunidades. Com a estrada de ferro, casas são construídas e a atividade comercial passa a se desenvolver em função dos trabalhadores que ali se instalam. Fundada por ferroviários, tendo à frente o pioneiro senhor Ciro de Rezende, aquela vila, que atraía a atenção por suas belezas naturais, passou a ser chamada, pelos franceses que trabalhavam na ferrovia, de “Bijou” (Joia, em francês). O tempo passou, e por uma variação linguística, a vila passou a ser denominada TRABIJÚ. Impulsionada pela estrada de ferro a vila prosperava, transformando-se, em 22 de junho de 1934, pelo Decreto Lei 6.509, em distrito do município de Boa Esperança, hoje Boa Esperança do Sul. Esse período de expansão, entretanto, foi brecado na década de 1960, quando os ramais ferroviários foram desativados. O abandono da ferrovia acarretou a estagnação da economia de todas as localidades que se desenvolveram em função dela, inclusive, de Trabiju. Mas havia uma saída para Trabiju voltar a crescer: a emancipação. E, durante anos, a população se mobilizou em torno dessa causa, tendo à frente o então Vereador de Boa Esperança do Sul, Silvio Rojes Filho, que logo conquistou o apoio de famílias tradicionais de Trabiju – como:os Fonseca, Morales, Braga, Róis, Pazini e os Souza. Depois do plebiscito vitorioso e da promulgação da Lei que criou o Município de Trabiju, foram realizadas as primeiras eleições no município que, como forma de justiça, conduziram seu líder senhor Silvio Rojes, a prefeitura.
Com pouco mais de um ano de administração própria, Trabiju passou a experimentar uma significativa melhora em sua qualidade de vida, principalmente na educação, na infra estrutura urbana, e o setor de saúde ganhou novo impulso, sendo reformulado para melhor atender a população.Coma emancipação de  Trabiju, “a joia” que encantou os franceses no inicio do século, finalmente voltou a brilhar.
Os Primeiros Representantes – eleitos em 1996
PREFEITO MUNICIPAL: Silvio Rojes Filho, casado com Leonor Rodrigues Rojes.
VICE- PREFEITO: Cláudio Ademir Vareda
CÂMARA MUNICIPAL: Vereadores -Aldamir Simões, José Luiz Vanzelli, Maria Elvira Dresde Bortolozzo, João Francisco Thomazini, Miguel José dos Santos Antônio Carlos Barbosa, Mário dos Santos Taboão, Maurílio Tavoni Junior e Luiz José dos Santos.
ESTE TEXTO É DE AUTORIA DO DEPUTADO EDINHO ARAÚJO, AUTOR DA LEI 651/90 DAS EMANCIPAÇÕES.
Gentílico: Trabijuense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

SILVIO ROJES FILHO 01/01/1997 à 31/12/2000
SILVIO ROJES FILHO 01/01/2001 à 31/12/2004
MAURILIO TAVONI JUNIOR 01/01/2005 à 31/12/2006
MAURILIO TAVONI JUNIOR 01/01/2009 à 31/12/2012
FABRICIO DONIZETTI VANZELLI 01/01/2013 à 31/12/2016
MAURILIO TAVONI JUNIOR 01/01/2017 à 31/12/2020
GIOVANI FERRO 01/01/2021 à 31/12/2024

OBS.: O Sr. SILVIO ROJES FILHO foi o primeiro Prefeito de Trabiju.

 





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