UCHOA

UCHOA



UCHOA



UCHOA



UCHOA



UCHOA - Jardim Itatinga Campinas




Memorial

UCHOA
UCHOA
Jardim Itatinga Campinas

Prefeitura Municipal de Uchoa   

Avenida Pedro de Toledo, 1011
CEP: 15890-000
Fone: (17) 3826-9500
Email: prefeitura@uchoa.sp.gov.br
Site: www.uchoa.sp.gov.br

 

HISTÓRICO

 

A ORIGEM
O município de Uchoa conta com pouco mais de um século de história. Seu território começou a ser ocupado em princípios da República brasileira, na ocasião em que o recém-criado Estado de São Paulo se esforçava para transformar seus “sertões” em áreas produtivas integradas por um grande projeto de desenvolvimento agroindustrial. Nas franjas deste mundo paulista em expansão, as terras que deram origem ao município compunham, então, os “sertões de Jaboticabal”, um vasto território que em poucas décadas se veria transformar na “Zona Araraquarense”, uma região dotada de estradas de ferro, rede de cidades e um grande leque de propriedades agropastoris, muitas delas produtoras de café. Nas origens deste município encontramos o parcelamento judicial de duas grandes propriedades rurais, as fazendas São Domingos (Moraes) e Palmeiras terras devolutas que alcançaram resolução legal em princípios da república pelas mãos de Arthur Edwin Ortenblad e José Manoel Portugal Freitas, respectivamente. Na ocasião, o território começava a receber as primeiras famílias procedentes do sul de Minas Gerais que chegaram à região, orientadas pela passagem de um “picadão” entre as cidades de Jaboticabal e Rio Preto. Estimuladas a participar da implantação dos novos centros cafeeiros no oeste paulista, elas instalaram suas unidades de abastecimento nas áreas que dariam origem aos bairros das Palmeiras e do Pingadouro. As famílias mineiras também se orientaram pela implantação da chamada Estrada do Taboado, uma nova rota aberta entre Jaboticabal, Rio Preto e o Porto do Taboado (Rubinéa) a partir de 1895.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Mas foi com a instalação de uma estação da Estrada de Ferro Araraquara na extensão dos trilhos entre Taquaritinga e Rio Preto, obras autorizadas em 1910, que ganhou forma um núcleo urbano de extraordinário percurso de desenvolvimento. Nesta ocasião já se achava presente um povoado nas proximidades da estrada boiadeira do “Taboado”, na margem esquerda do córrego grande e em terras doadas por Salviano Nunes, o patrimônio de São Miguel, então dotado de uma capela sem paredes, algumas casas e os primeiros estabelecimentos comerciais da área. Com a chegada dos trilhos, um segundo patrimônio ganhou forma do outro lado do córrego: o de Santa Izabel, doado por Arthur Ortemblad. As intenções deste segundo proprietário, no entanto, eram diferentes: a capela de devoção à Santa Izabel visava ocupar o centro de um empreendimento imobiliário de caráter rural e urbano, destinado a famílias nacionais e estrangeiras atraídas pelos esforços de colonização e expansão ferroviária.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
A velocidade de estruturação foi surpreendente e em apenas dois anos o patrimônio de Santa Izabel (em conjunto com São Miguel) foi elevado a categoria de Distrito de Paz, através do Decreto Lei Estadual nº 1405, pertencente ao município de São José do Rio Preto, com a denominação de IGNÁCIO UCHÔA.

ORIGEM DO NOME
À Estação Ferroviária, foi dado o nome de IGNÁCIO UCHÔA, pela Diretoria da Estrada de Ferro Araraquara - E.F.A. - que foi oficialmente inaugurada em 20 de novembro de 1911, já com serviço de telégrafo e telefone. É comum ver-se referência equivocada a Ignácio Uchôa, como Engenheiro da Estrada de Ferro Araraquara. Muitos de nós aprendemos assim na escola assim está veiculado em Sites sobre ferrovias assim está registrado em livros e dicionários históricos. A homenagem ao advogado, fazendeiro, empreendedor, desbravador, politico liberal, se fez pela atitude expontanea da Diretoria da E.F.A., dando o seu nome à Estação construída na margem direita do Córrego Grande.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 30 de dezembro de 1925, através do Decreto Lei Estadual nº 2117, o Distrito de Paz é elevado à categoria de Município, com a denominação de Ignácio Uchôa, desmembrando se do município de São José do Rio Preto. Sua instalação verificou se em 28 de março de 1926. Em 30 de novembro de 1938, através do Decreto Lei Estadual nº 9775, o município de Ignácio Uchôa teve a sua denominação alterada, passando a denominação simplesmente de UCHÔA.

REGISTRO DO HISTORIADOR – LINHA DO TEMPO 
No ano de 1925, o município contabilizava 15.179 habitantes, constando entre eles, 2.363 pessoas na área urbana e 12.811 pessoas em 125 propriedades agrícolas distribuídas em 2.213 alqueires terra, valendo ainda observar que um terço desta população constituía-se de imigrantes e descendentes de italianos (5.500 pessoas). Já na área urbana, Ignácio Uchôa contabilizava na ocasião, 45 casas comerciais, 8 olarias, 5 açougues, 4 farmácias, 5 alfaiatarias, 1 loja Chevrolet, 1 loja Ford e uma oficina mecânica, além de um hotel,  de uma pensão e cinema. O entrelaçamento entre atividades urbanas e rurais constituía-se, por sua vez, na fonte de desenvolvimento deste jovem município, valendo observar que esta perspectiva de desenvolvimento trazia em si o projeto mais amplo que o Estado de São Paulo republicano pretendido para os seus sertões. Uma breve pesquisa nos Decretos promulgados pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo entre os anos de 1910 e 1926, pode nos dar uma medida da teia de medidas (estruturantes) que se achavam em curso no período em que Ignácio Uchôa nasceu. Leis e Decretos passam a tratar, para além da expansão das estradas de ferro, da introdução, subvenção e fixação de imigrantes no território paulista (1910, 1911, 1913) da implementação de diretrizes gerais de “higiene, saúde e assistência publica” (1910, 1925) da implementação do Código Sanitário (1918) da construção de estradas de rodagem (1911, 1922) da regulamentação do serviço de assistência policial (1912) e do Serviço de Polícia Sanitária Animal (1920) da definição, regulamentação e consolidação da Instrução Pública (1910, 1912, 1925, 1926) da reforma judiciária (1921) da regulamentação da alienação de terras devolutas (1922) da organização dos serviços de produção e distribuição de energia elétrica no Estado de São Paulo (1925).
No caso específico de Ignácio Uchôa, encontramos decretos relativos ao tráfego ferroviário (entre Japurá e Ignácio Uchôa em 1911 entre Ignácio Uchôa e Rio Preto em 1912) à licença para extensão de linha telefônica (entre Jaboticabal, Monte Alto, Taquaritinga e Rio Preto, em 1915) à desapropriação pública da Estrada de Ferro Araraquara (até 1919, pertencente à São Paulo Northern Railroad Company) à criação de fundo de pensão e pecúlio em beneficio dos empregados desta Estrada de Ferro (1921) à criação de uma Coletoria das Rendas Estaduais de 4ª Classe no município (1926). Dados que nos auxiliam à compreender a qualidade de município que então ganhava forma nas proximidades do córrego grande... um município que, apesar de impactado pela crise cafeeira de 1929, conseguiria permanecer como um centro regional de comércio, serviços e produção. Com uma intensa vida rural e um núcleo urbano bem estruturado, Uchôa (assim rebatizado em 1938) encerrava a década de 1930, com 8 armazéns de secos e molhados (Armazém de José Manoel Fernandes, Casa Garcia, Casa Sanches, Armazém Popular de Nagib Chamande, Casa Aliança, Casa Botafogo, Casa São Jorge de Caran Haddad, Armazém Brasil de Taufik Chaddad) 4 Máquinas de Beneficiamento de café e arroz (Máquina Birolli, Máquina Santa Maria, Máquina São Sebastião e Máquina Progresso) uma casa de madeira, a Fábrica de macarrão de Agostinho Carnevalli, o Posto São Paulo, de Alberto Candolo e a Padaria União da família Mazzi.
Na zona rural, suas fazendas respondiam pela produção cafeeira, constando entre elas as fazendas Boa Esperança, da família Baratta (com 150 alqueires e 150 mil pés de café) fazenda Santa Maria, da família Birolli (com 504 alqueires e 310 mil pés de café) fazendas São José, Alegria e Pingador da família Fernandes (com 485 alqueires e 145 mil pés de café) fazendas São Felipe, São Marcos e Santa Amália, da família Cubo (com 133 alqueires e 140 mil pés de café) fazendas Reunidas Fartura, da família Sirotto (com 97 alqueires e 120 mil pés de café) fazendas Boa Esperança, Sede, Retiro, São Pedro e Santa Luisa, da família Bertelli (com 371 alqueires e 200 mil pés de café) fazenda Sant'Ana, da família Colettes (com 340 alqueires e 130 mil pés de café) e as fazendas Córrego da Alegria, Santa Izabel, Santa Maria, São Domingos, da família Domingues da Silva (totalizando quase 1000 alqueires e 540 mil pés de café). As estruturas agrícolas e colônias de trabalhadores das propriedades reforçaram ou deram forma a vários bairros na zona rural bairros que, entre as décadas de 1910 e 1920, tiveram seus nomes associados aos córregos presentes no território, ao mesmo tempo em que assumiram identidades étnicas específicas.
Bairro da Alegria contava com famílias italianas (Bertelli, Davanzo) e mineiras (Nunes Ferreira da Silva), assim como o Bairro da Aroeira (Bertelli, Fascchinetti, Baria, Mazzi). O Bairro de São Domingos foi formado com imigrantes espanhóis (Lopes Dias) e italianos (Beretta), enquanto o Bairro das Palmeiras somara às famílias mineiras pioneiras (Guedes, Camillo Pinto, Silvestre, Custódio, Corrêa, Bernardo Carneiro, Severino, Dionísio, Pereira Dias), novas famílias italianas (Piloto, Grotto, Palmieri, Sanitá, Ranzetti) o mesmo acontecendo no Bairro do Pingadouro, mas que, para além de famílias mineiras (Ribeiro, Soares, Domingues da Silva), recebeu imigrantes de várias procedências (Palácios, Dias Barbosa, Martins, Souza Barbeiro, Scatena, Gaspar). Já o Bairro do Córrego Grande se constituiu de famílias portuguesas (Gonçalves Campana, Andrade, Anselmo), espanholas (Garcia, Mendonça, Ruiz Sanches, Barrios, Duarte), mineiras (Costa, Cândido de Oliveira) e italianas (Testa, Sirotto, Dal'Olio, Cipolaro, Censi) o mesmo se repetindo no Bairro Bonfim, de grandes proporções, povoado por famílias portuguesas (Oliveira, Santos, Lopes, Delgado, Martins, Simão), italianas (Manzano, Mattos, Rebollo, Espersa, Senefonte), espanholas (Cubo, Albuquerque, Iglésias, Perez, Sanches, Garcia, Rangel). Também o Bairro Córrego das Pedras contou, além das famílias mineiras (Costa, Cândido de Oliveira), com famílias  italianas (Pretti, Galbiatti, Lainetti, Lacanalla, Del Grossi, Cotti), espanholas (Vicente, Garcia Viúdes, Andreu Perez, Garcia, Chicote) e portuguesas (Castanheira, Corrêa, Gomes, Oueiro, Dias Barreira, Vidal, Aguado), enquanto o Bairro do Córrego da Paca, constituído originalmente por uma família libanesa (Sallum) e por uma família portuguesa (José de Oliveira também conhecido como Gaiato), acabou por receber imigrantes portugueses (Dias Barreira, Coletes, Martins, Amaral, Vieira, Fernandes/da Toussa, Lourenço), entre outras etnias (Cavassana, Foloni, Zamparoni, Serradilho, Baratta, Gandolfi,  Rabeschini, Pasqua, Valsek, Valeriano, Curral, Meleiro).
Esta intensa vida urbana e rural experimentada pelo município se fez captada pelos recenseamentos dos anos 1940 e 1950, ferramenta que também nos revelou aspectos interessantes da constituição do município, entre eles, dados da diversidade produtiva, do porte das propriedades e de uma perda significativa de população no período pós IIª Guerra Mundial. Segundo estes dados, Uchoa registrava em princípios da década de 1940, a presença de 12.663 habitantes (2.110 moradores da área urbana e 10.553 moradores da zona rural), constando entre eles 11.070 brasileiros natos, 35 brasileiros naturalizados e 1.558 estrangeiros. No início dos anos 1950, entretanto, a cidade passava a contar com 10.450 habitantes (8.213 deles ainda na zona rural) distribuídos por 327 propriedades majoritariamente de pequeno porte, além de um número modesto de fazendas medianas (com média de 80 alqueires) e de um número restrito de grandes fazendas (de 130 a 480 alqueires). A produção de café continuava importante, ainda que em meio a ela também se fizesse presente a policultura, os pastos e a criação de animais (8.632 cabeças de gado, 1.263 equinos, 938 asinino e muar, 6.793 suínos, 127 ovinos, 144 caprinos, 31.910 aves).
Entre os maiores proprietários constavam, então, as famílias Birolli (Fazenda Santa Maria, com 504 alqueires e 340 mil pés de café), Fernandes (Fazendas São José, Alegria e Pingados com 485 alqueires e 145 mil pés de café), Bertelli (Fazenda Boa Esperança, com 371 alqueires e 200 mil pés de café) e Colettes (Fazenda Sant’Ana, com 340 alqueires e 130 mil pés de café). Entre os médios proprietários constavam as famílias Baratta (Fazenda Boa Esperança, com 150 alqueires e 150 mil pés de café) Biseli (Fazenda Santa Maria, com 112 alqueires e 105 mil pés de café) Cubo (Fazendas São Felipe, São Marcos e Santa Amália, com 133 alqueires e 140 mil pés de café) Sirotto (Fazendas Reunidas Fartura, com 97 alqueires e 120 mil pés de café) Baffi (Fazenda Santa Rosa, com 89 alqueires, cultivo de citros e café) e Domingues da Silva (Fazenda Córrego da Alegria, com 120 alqueires e 120 mil pés de café, Santa Izabel 170 alqueires e 70 mil pés de café, Santa Maria com 40 mil pés de café, São Domingos com 50 mil pés de café), estas propriedades com a morte da matriarca Severina Marques Barbosa em 1945 e a efetivação da divisão entre seus onze filhos tiveram sua produção individualizada, sendo que alguns dos irmãos venderam suas glebas. Já na zona urbana, além da cidade permanecer estável, os uchoenses registraram a presença de um Ginásio de Uchoa (1954) e, a partir de 1963, do Curso Normal de Formação de Professores, uma instituição que desempenharia papel educacional notável e de abrangência regional.
Foi no curso dos anos de 1970, que este município dotado de um admirável equilíbrio entre suas porções rural e urbana, começou a viver mudanças profundas mudanças que, nas décadas seguintes acabariam por imprimir dificuldades e limitações aos seus caminhos de desenvolvimento. As transformações começaram com a interrupção das atividades cafeicultoras (e das demais atividades a elas agregadas), seguida pela desorganização das comunidades rurais e pelo deslocamento de famílias para a zona urbana deste e de outros municípios paulistas. No mesmo período, na busca por alternativas produtivas, os lavradores uchoenses passariam a aderir ao cultivo de laranja e a promover alterações nos seus espaços produtivos, seguindo-se um período de conquistas e perdas, estas provocadas pelo enfrentamento de doenças cítricas que, já em finais dos anos 1990, comprometeria a sustentabilidade dos pomares. Numa perspectiva paralela, os produtores também se viram prejudicados pela aquisição, por parte das usinas de processamento (compradoras da produção), de suas áreas próprias de cultivo, seguindo-se um novo percurso de crise da porção rural do município, agora acompanhado pela abertura novos loteamentos na cidade. Mais uma vez, famílias tradicionalmente fixadas na terra abandonavam suas formas tradicionais de vida para habitar a cidade. Nos anos 2000, novos processos impactaram a zona rural e urbana do município. Primeiramente, a entrada em nova escala das lavouras de cana de açúcar nas propriedades rurais intensificou o êxodo rural, impondo alterações profundas nas formas de viver e trabalhar dos uchoenses. Numa perspectiva complementar, a interrupção do transporte ferroviário de passageiros, em 2001, afastou a mesma população do meio de transporte que lhe conferira vida, rompendo-se em outras escalas as formas mais tradicionais de comunicação e de integração regional.
Gentílico: Uchoense
Fonte:
Texto Extraído da Obra: UCHOA: UMA HISTÓRIA
Autora: Heloisa Candolo

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

JOAQUIM PINTO CINTRA DE CAMARGO 28/03/1926 à 13/04/1930
JOÃO BIROLLI 14/04/1930 à 06/11/1930
JOSÉ BATISTA DE CARVALHO 07/11/1930 à 31/12/1930
DR. GERCINO DE ÁVILA 06/01/1931 à 08/11/1931
ANDRAL GOMES LEAL 09/11/1931 à 02/12/1931
CAPITÃO ELPIDIO SILVEIRA 03/12/1931 à 08/01/1933
SANDOVAL GOMES PEREIRA 09/01/1933 à 06/02/1935
LEONILDO JOÃO BIROLLI 07/02/1935 à 27/03/1938
JOÃO REVERENDO VIDAL 28/03/1938 à 18/07/1944
LEONILDO JOÃO BIROLLI 19/07/1944 à 25/04/1947
JOAQUIM BENTO ALVES 26/04/1947 à 31/12/1947
LEONILDO JOÃO BIROLLI 01/01/1948 à 31/12/1951
DR. MIGUEL JOSÉ CHADDAD 01/01/1952 à 31/12/1955
LEONILDO JOÃO BIROLLI 01/01/1956 à 31/12/1959
DR. JOSÉ MIGUEL CHADDAD 01/01/1960 à 31/12/1963
PAULO BIROLLI NETO 01/01/1964 à 31/12/1968
DR. JOSÉ MIGUEL CHADDAD 01/01/1969 à 31/12/1972
REGINALDO PAVARINO 01/01/1973 à 31/12/1976
PAULO BIROLLI NETO 01/01/1977 à 31/12/1982
DR. JOSÉ MIGUEL CHADDAD 01/01/1983 à 31/12/1988
CELSO AUGUSTO BIROLLI 01/01/1989 à 31/12/1992
MARI INÊS VENTURA MAZZI 01/01/1993 à 31/12/1996
CELSO AUGUSTO BIROLLI 01/01/1997 à 31/12/2000
MARI INÊS VENTURA MAZZI 01/01/2001 à 31/12/2004
DR. MARCO ANTÔNIO DE LOURENÇO 01/01/2005 à 31/12/2008
JOSÉ CLÁUDIO MARTINS 01/01/2009 à 31/12/2012
JOSÉ CLÁUDIO MARTINS 01/01/2013 à 31/12/2016
VALDEMIR ANTÔNIO PINHEIRO DE CARVALHO 01/01/2017 à 31/12/2020

OBS. O Sr. JOAQUIM PINTO CINTRA DE CAMARGO, foi o primeiro Prefeito de Uchôa.




Acervo Digital

Com a ajuda de vários colaboradores reunimos um acervo de fotos antigas desta cidade. Caso você tenha fotos antigas desta cidade, contribua conosco, enviando-as para o e-mail: contato@memorialdosmunicipios.com.br

Clique nas imagens abaixo para aumentá-las:

Faço parte dessa história
Empresas que fazem parte da história desta cidade.
Utilizamos seus dados para analisar e personalizar nossos conteúdos e anúncios durante a sua navegação em nosso site. Ao navegar pelo site, você autoriza o nosso site a coletar tais informações e utilizá-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas , acesse nossa Política de Privacidade.
Entendi.